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·22. Juli 2026
2 meses insistindo para sair e empréstimo muito ruim para o São Paulo são abordados sobre Alan Franco

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2 meses insistindo para sair e empréstimo muito ruim para o São Paulo são abordados sobre Alan Franco
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Rafinha contou sobre a saída de Alan Franco do clube e explicou o que aconteceu, do jogador forçando sair porque não jogaria e que não teve nada a ver com atrasos salariais:
“O Alan tem o carinho de todos no clube, nunca deu problema aqui. Faz dois meses que estou tentando convencer o Alan a ficar no São Paulo. Dois meses. “Alan, calma, você vai ter minutos”. Ele achava que não ia jogar porque na primeira passagem do Dorival ele não teve os minutos que achava que eram necessários, não jogava tanto.
Hoje ele é outro jogador e é outro momento. Em nenhum momento ele foi comunicado que não iria jogar. Vinha jogando todos os jogos, inclusive com Dorival. Foi uma decisão do atleta. O Alan quis ir embora, mudar de ares. Ele me comunicou, me chamou algumas vezes, tentei contornar, chamamos o Dorival, conversamos muitas vezes e chegou o momento que ele falou que não queria mais, que queria sair do São Paulo, não queria mais jogar aqui.
Para o torcedor são-paulino entender: como vamos segurar no São Paulo um jogador que não quer ficar? Não é que o jogador chega, reclama que quer ir embora e a gente abre a porta e deixar ir. Não é assim que funciona. São Paulo é muito grande para isso. Agora, não podemos ficar com um jogador que não quer vestir a camisa do São Paulo.
Temos um carinho muito grande pelo Alan, eu joguei com ele, expliquei que ele era muito importante, que era uma liderança, que ajudava muito em todos os sentidos… Mas a partir do momento que ele não quer mais jogar aqui, não podemos segurar. Se ele ficasse aqui, iria ficar insatisfeito, não iria treinar bem, não iria ajudar nos jogos.
– Acontecem outras situações do lado pessoal que não podemos sair falando, roupa suja a gente lava em casa. Essas outras coisas a gente não entra no tema. Mas claro que incomoda. Mas o jogador não quer ficar aqui, a gente vai fazer o que? Expliquei que enquanto não tivesse uma reposição, não poderíamos liberar. Independentemente de estar feliz ou triste.
– Conseguimos contratar o Domingos, conversamos com ele, mesmo assim não quis ficar. Então, optamos por ceder o empréstimo ao Tigres. É ruim para nós? Muito ruim. Mas como vamos ficar com um jogador que não quer ficar aqui? Às vezes tem coisas do lado pessoal que nós não podemos… Tem limite para a gente. Do portão para cá é nossa responsabilidade, do portão para fora cada um tem sua vida pessoal. A gente entende o momento, entendeu o Alan. Temos que ter pessoas focadas e com a cabeça aqui para ajudar o clube.’







































