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·23. Mai 2026

A influência da tecnologia no crescimento do futebol brasileiro

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Você já parou pra pensar quando foi que o Brasil se tornou de fato o país de futebol? Essa história é antiga e faz referência aos maiores e mais habilidosos atletas de futebol que o Brasil já teve notícia: Pelé e Garrincha. Mas, essa história começou ainda na década de 1920, quando surgiu a primeira equipe brasileira de futebol, o Club Athletico Paulistano. Essa foi a primeira equipe que excursionou para disputas internacionais, e a habilidade e segurança dentro de campo fizeram os europeus ficarem de queixo caído. Porém, a consagração global ocorreu mais tarde, em 1958, quando o Brasil foi campeão da Copa do Mundo na Suécia. Pelé entrou em campo com apenas 17 anos e deu um show.


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Ao longo da competição o time verde e amarelo disputou seis jogos, sendo cinco vitórias e um empate. Nessa campanha, o time fez 16 gols e tomou apenas quatro. A final do mundial quebrou recordes, lances grandiosos e a consolidação dos gênios do futebol brasileiro. Alguns dos recordes da Copa do Mundo de 1958 ano jamais foram superados, como por exemplo o número de gols. A partida contra a Suécia terminou em 5×2, dois gols de Pelé, dois do Vavá e um de Zagallo, nunca na história da Copa do Mundo, uma seleção marcou mais de cinco gols na final da disputa. Pelé conquistou outros dois recordes que nunca puderam ser superados: o jogador mais jovem a vencer uma final da Copa e o jogador mais jovem a marcar numa final.

Novos jogadores em campo

E com o tempo um novo jogador entrou em campo: a tecnologia, E aquilo que já era sinônimo de talento, disputa e diversão se tornou ainda mais interessante. Conforme dados levantados pela FIFA, a reunião entre futebol e tecnologia teve um crescimento exponencial na última década, chegando a 30% de aumento. E isso impactou diretamente a performance dos times e claro, o engajamento. Atualmente, o mercado brasileiro passou por uma evolução grandiosa que pode ser acompanhada no portal https://cardmates.com.br/.

A principal delas foi a legalização das apostas esportivas. Esse marco legal trouxe mais segurança e credibilidade às marcas que investem nesse universo. Para se ter uma ideia, dados do IBGE apontam que 90% dos lares brasileiros possuem acesso à internet. E aproximadamente 35 milhões de pessoas fizeram apostas somente em 2025.

Tática boa também é software

E o movimento também moldou um comportamento diferenciado para as equipes de futebol, que passaram a investir em diferentes plataformas de análise de dados. Diferentes ferramentas que analisam vídeos, outras que se baseiam em inteligência artificial auxiliam no monitoramento de atletas. Dessa maneira, é possível calcular as distâncias percorridas, qual a velocidade média de cada atleta, além de frequências cardíacas e até mesmo o nível de cansaço. Dessa maneira, fica mais fácil ter uma previsão do desempenho das equipes em campo.

Essa política de controle de dados já é comum em times grandes no país como Palmeiras, Flamengo e Athletico. Esse tipo de recurso colabora para um time mais coeso, com melhor desempenho físico, além de controlar a chance de lesões e dar mais autonomia para decisões mais certeiras e decisivas.

VAR, streaming e torcedor 2.0

Voltando lá na Copa de 1958, na semifinal contra a França, o time brasileiro reclamou de um gol não validado por Zagallo. Mesmo assim, o Brasil terminou vitorioso e por goleada: 5×2. Atualmente, essa experiência de dúvida sobre um gol, ou até mesmo sobre um lance, o VAR, árbitro assistente de vídeo, permite que o juíz possa rever o lance e reavaliar a decisão. Esse mecanismo foi implantado nas disputas de bolas no país em 2019, e mesmo que seja um avanço para decisões mais justas, ainda gera polêmicas.

E fora de campo esse impacto tecnológico é ainda mais notável. As plataformas de streaming e as redes sociais mudaram o comportamento do torcedor, que se tornou mais ativo e participativo. Hoje, o usuário assiste jogos acompanhado de estatísticas detalhadas, que são adaptadas em tempo real.

Futebol na era do scroll infinito

Faz tempo que uma partida de futebol deixou de ser um evento de 90 minutos. Atualmente, tem todo um contexto incluído, como os bastidores, a movimentação dos treinos, as entrevistas com atletas e equipes técnicas e muito  mais. Esse tipo de conteúdo faz parte do consumo diário da torcida, antes e depois do jogo. Os times que investem em conteúdos mais completos e acessíveis saem na frente.

O ecossistema de informação não impulsiona apenas um consumo mais engajado, se não oferece para a comunidade em geral outros tipos de receita, como publicidade e monetização em redes sociais. Outra camada que não pode ser deixada de lado dentro do entretenimento digital que reúne as disputas esportivas, modelos de apostas e informação de qualidade numa única experiência.

O futuro é hoje

O futebol, que antes era decidido apenas dentro de campo, hoje ganhou força dos algoritmos, dados e conectividade. E esse é um movimento claro, e que mostra que a tecnologia é parceira dentro e fora de campo e quem acredita nisso, marca um gol de placa.

O futebol brasileito, desde os primórdios tido como um dos melhores do mundo, adicionou uma nova habilidade à sua escalação: a inteligência digital. Ela veio para ficar, e quem a coloca em campo, lidera o campeonato.

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