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·15. Januar 2026
“Atenuante”: No Dragão há ressalto, na Luz há penálti

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Segundo o ex-árbitro Pedro Henriques, há penálti a favor do Benfica… mas com atenuante. Sim, leu bem: com atenuante. Agora existem atenuantes para não se marcarem penáltis a favor do Benfica. É a novidade da semana. Soa quase como uma mensagem subliminar para quem manda: “eu digo que é penálti, mas não fiquem chateados comigo”.
De resto, o jogo correu na perfeição para esta gente. Ganham sendo beneficiados, os adeptos são tratados como lixo e a imprensa, que tanto adora polémicas, mantém-se caladinha — afinal, trata-se do FC Porto. Foram dominados durante grande parte do jogo e, não fosse o falhanço de Pavlidis e o medo de Fábio Veríssimo e Luís Ferreira, o Benfica teria passado sem grandes dificuldades.
Avança a equipa que pressionou árbitros, que amedrontou o Conselho de Arbitragem e que segue impune, pagando apenas multinhas.
Voltando ao penálti: Pedro Henriques invoca o ressalto para justificar que não deve ser assinalado. O problema é que, semanas antes, num empate do Benfica, um ressalto para o braço de António Silva resultou precisamente em penálti contra os encarnados. Critério variável, conforme a camisola.
Há ainda outros lances convenientemente ignorados. O empurrão claro pelas costas de Pepê sobre Lopes Cabral — nem VAR, nem árbitro, zero.

O pisão na área sobre Leandro Barreiro, igualmente esquecido. No Benfica–Rio Ave, na Luz, com transmissão da BTV, anulou-se um golo por um toque mínimo de Otamendi com a ponta da bota no adversário. Ontem, no Dragão, com transmissão da RTP, nada disso existiu.

Por fim, fica a pergunta inevitável: porque é que a RTP não mostrou o ângulo dessa câmara no lance do alegado penálti? Luís Ferreira não viu? A câmara estava desligada?
Por fim, deixar o retrato dos 35%. Hoje colocam-se ao lado das claques do FC Porto para atacar o seu próprio clube. Estamos num bom caminho.










































