Revista Colorada
·25. April 2026
Bragantino e Bahia aparecem em lista dos mais ricos no mundo do futebol

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Na semana passada, o Al-Hilal deixou de ser controlado pelo Estado. O Public Investment Fund (PIF) vendeu os 70% das ações que detinha e transferiu o comando do clube para o príncipe Alwaleed bin Talal, integrante da família real.
Na prática, a mudança representa uma redução no poder financeiro da equipe que já contou com Neymar. O clube deixa de ser administrado pelo grupo mais rico do futebol mundial e passa às mãos de um investidor que, embora bilionário, não figura entre os principais do setor.
Isso não significa falta de recursos. Segundo a revista Forbes, a fortuna de Alwaleed bin Talal gira em torno de US$ 21,4 bilhões (cerca de R$ 106,5 bilhões). Ainda assim, o valor está distante dos maiores investidores do futebol global — especialmente do antigo controlador do clube.
Desde a aquisição do Newcastle United, em 2021, o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, responsável pelo PIF, passou a ser considerado o dono de clube mais rico do mundo. Sua fortuna é estimada entre US$ 700 bilhões e US$ 1,4 trilhão, considerando reservas de petróleo e outros ativos naturais da Arábia Saudita.
Após a venda do Al-Hilal, o PIF mantém participação majoritária em outros clubes, como o próprio Newcastle, além de Al-Nassr, Al-Ahli e Al-Ittihad. O segundo lugar entre os proprietários mais ricos do futebol também pertence a um chefe de Estado: o xeque Tamim bin Hamad Al Thani, ligado ao Paris Saint-Germain, com patrimônio estimado em US$ 335 bilhões.
No Brasil, nenhum investidor se aproxima desse nível de riqueza, mas alguns nomes ligados a clubes da elite nacional aparecem bem posicionados no ranking global. O austríaco Mark Mateschitz, responsável pelo grupo Red Bull — que inclui o Red Bull Bragantino — ocupa a quarta posição, com cerca de US$ 45,8 bilhões.
Já o xeque Mansour bin Zayed Al Nahyan, ligado ao City Football Group — que controla o Manchester City e o Bahia — aparece mais abaixo, com fortuna estimada em US$ 30 bilhões. Entre os donos de clubes mais ricos do mundo ainda figuram nomes como François Pinault (Rennes), Stan Kroenke (Arsenal) e David Tepper (Charlotte FC), reforçando a forte presença de bilionários no comando do futebol global.
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