Copa do Mundo 2026: Por que Lucas Paquetá é o terceiro homem ideal para o meio-campo do Brasil | OneFootball

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·25. Mai 2026

Copa do Mundo 2026: Por que Lucas Paquetá é o terceiro homem ideal para o meio-campo do Brasil

Artikelbild:Copa do Mundo 2026: Por que Lucas Paquetá é o terceiro homem ideal para o meio-campo do Brasil

Entre todas as surpresas apresentadas por Carlo Ancelotti ao confirmar a lista final dos convocados do Brasil para a Copa do Mundo de 2026, a principal delas foi o retorno de Lucas Paquetá, que havia ficado de fora da última data FIFA.

Esta será a segunda Copa do Mundo da carreira do astro do Flamengo. Aos 28 ans, espera-se que ele desempenhe um papel importante na busca do Brasil pelo hexacampeonato. No entanto, embora tenha sido titular absoluto em 2022, não há garantias de que ele terá a mesma minutagem desta vez.


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Parece quase certo que Casemiro e Bruno Guimarães serão as primeiras opções no meio-campo. Mas enquanto Danilo e Fabinho nutrem esperanças de assumir a terceira vaga no setor caso Ancelotti opte pelo esquema 4-3-3, Paquetá deveria ser o próximo nome na equipe titular.

Experiência em grandes torneios

Embora Danilo tenha impressionado Ancelotti durante a última janela internacional, as partidas contra França e Croácia foram suas primeiras com a camisa da Seleção. O destaque do Botafogo provou ser um jogador talentoso, mas a experiência é um fator vital em uma Copa do Mundo.

Paquetá, por outro lado, é um atleta com 61 jogos internacionais e habituado ao futebol de alta pressão dos mata-matas no cenário mundial. Ele já provou que pode render sob essa atmosfera, tendo inclusive marcado gol e dado assistência na fase eliminatória no Catar.

Há grandes chances de ele fornecer um ímpeto semelhante em 2026, tendo balançado as redes sete vezes nesta temporada pelo Flamengo. Aqueles que acreditam que Paquetá pode causar um impacto parecido no Mundial podem utilizar um código promocional Betsul para apoiar o jogador e a Seleção Brasileira nas partidas.

Entrosamento com as estrelas do ataque

Essa bagagem internacional também traz entrosamento. Paquetá jogou frequentemente com muitos dos atacantes convocados para a Copa do Mundo, incluindo Vinícius Júnior e Neymar, com quem possui uma ligação estreita dentro e fora de campo.

Como potencial articulador ao lado de Guimarães e Casemiro, é fundamental que o escolhido consiga dar dinâmica e conectar a equipe. Fabinho não se encaixa nesse perfil, sendo mais reconhecido por sua inteligência defensiva, mas Paquetá certamente cumpre esse papel.

Aproveitar ao máximo suas boas relações com os homens de frente dará maior fluidez ao time. Isso, por consequência, tornará o Brasil muito mais difícil de ser neutralizado pelos adversários.

Evolução tática o torna valioso para Ancelotti

Embora Paquetá possa ser visto puramente como a opção ofensiva do meio-campo, essa análise não conta a história toda. Atuando pelo Flamengo, ele frequentemente recua para buscar a bola entre os dois zagueiros, iniciando a transição ofensiva da equipe.

No entanto, ele também consegue aparecer na área como elemento surpresa, atuar aberto pelas pontas ou exercer uma função de marcação mais disciplinada se houver necessidade. Atualmente, ele mantém uma média de quatro recuperações de bola e 1,5 desarmes por jogo no Campeonato Brasileiro, evidenciando como se tornou um jogador mais completo e versátil do que Fabinho e Danilo.

Essa evolução já lhe rendeu elogios de Ancelotti no passado, técnico que aprecia a variedade de opções táticas que Paquetá oferece durante os 90 minutos. Esse aspecto, somado aos fatores anteriores, o consolida como a opção de maior destaque para fechar a trinca de meio-campo rumo à Copa do Mundo.

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