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·1. Februar 2026
Dois critérios para agarrões voltam a marcar a arbitragem

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·1. Februar 2026

O árbitro assinala bem o penálti, porque vê perfeitamente que Barreiro é agarrado dentro da área. O problema surge depois, quando Manuel Mota, no VAR e já a caminho da sua reforma dourada, decide intervir e chamar Luís Godinho para reverter a decisão.
O mais grave é a forma como tudo é feito. Nunca são mostradas todas as imagens do lance e, com base numa seleção conveniente de repetições, decide-se anular um penálti que estava corretamente assinalado em campo. Existe uma imagem clara, captada por detrás da baliza, que mostra todo o lance e não deixa margem para dúvidas. Barreiro é agarrado de forma clara e inequívoca.



Mas, pelos vistos, nem todos os agarrões são iguais. Porque, se fosse o Samu, jogador do FC Porto, como aconteceu na semana passada, o critério já seria outro e o penálti manter-se-ia assinalado sem grande discussão. Aí, o agarrão já é suficiente. Aqui, já não.
É esta dualidade de critérios que mina a credibilidade da arbitragem. O que ontem era falta clara, hoje deixa de ser. O que é penálti num jogo, noutro transforma-se em lance normal. As regras não mudam, muda apenas a camisola.
E enquanto assim for, continuará a sensação de que o VAR não veio para corrigir erros claros, mas para os escolher.








































