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·31. März 2026
E se o São Paulo perder o patrocínio da Superbet? Projeto de Lei coloca bilhões em risco

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E se o São Paulo perder o patrocínio da Superbet? Projeto de Lei coloca bilhões em risco GRUPO DE WHATSAPP: https://shortlink.uk/1rQK8
Você acha que é impossível perder já que o contrato do São Paulo com a empresa foi assinado em 2025 e temos garantias? Pois bem, não se trata da relação clube e empresa. Se trata de um projeto de Lei que está no Senado e que aterroriza clubes, federações e inclusive o mercado como um todo que movimenta bilhões anualmente. O Blog do São Paulo (https://saopaulo.blog) vai te explicar tudo.

Principal causa de endividamento do brasileiro segundo estudos, as apostas estão na mira de senadores. Só no caso do São Paulo, o caos seria imensurável. Se o São Paulo perdesse a Superbet, o impacto seria grande porque o contrato foi renovado até 2030 e pode chegar a R$ 1 bilhão ao longo do período e só pela cláusula de regulação do mercado, prevê que o Tricolor possa receber até R$ 150 milhões em 2027. O Flamengo puxa a fila com R$ 268 milhões. Mas, FPF, CBF, FERJ etc também usufruem. O problema é geral. Global.
Na prática, o São Paulo perderia uma das suas principais fontes de receita comercial, justamente num momento em que o patrocínio máster ganhou peso no mercado brasileiro. Para ter uma ideia do tamanho do risco, estimativas publicadas sobre uma eventual proibição de publicidade de bets apontam impacto de R$ 842 milhões por ano para os clubes da Série A.
No caso específico do São Paulo, a saída da Superbet obrigaria o clube a buscar rapidamente outro patrocinador com capacidade de pagar valores parecidos, o que não é simples num cenário em que o mercado de bets domina os maiores acordos do país. Além do dinheiro direto, perder o parceiro também afetaria planejamento de caixa, previsibilidade orçamentária e margem para investimento em futebol.
Se a Superbet saísse, o São Paulo não perderia só uma marca na camisa: perderia uma receita bilionária projetada e teria de refazer boa parte do planejamento financeiro até 2030. Agora, vamos abranger mais o caminho e olhar para o todo.
O que diz o projeto de Lei? O texto altera a Lei das Apostas Esportivas para proibir anúncios em TV, rádio, jornais, revistas e redes sociais, além de patrocínios a clubes e eventos esportivos. A restrição também alcança transmissões esportivas, programas de TV e até a pré-instalação de aplicativos de apostas em celulares, tablets e smart TVs.
Quem afetaria na prática? Segundo as projeções divulgadas, cerca de 60% dos clubes da elite do futebol brasileiro têm contratos com empresas do setor. Entre os citados estão Flamengo, Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Fluminense, que dependem dessas receitas para sustentar o orçamento da temporada. As estimativas mais conservadoras falam em perda de R$ 842 milhões por ano na Série A, enquanto outras projeções apontam um impacto que pode chegar a R$ 1 bilhão. Em manifestação anterior, clubes alertaram para uma perda ainda maior, de até R$ 1,6 bilhão anuais, caso a restrição seja aprovada sem ajustes.
A principal preocupação é a substituição dessa receita em um mercado já concentrado e com contratos de longo prazo. Dirigentes e representantes do setor afirmam que a mudança pode gerar quebra de previsibilidade financeira e até disputas jurídicas com patrocinadores atuais.
Situação atual: Há quem diga que o projeto não passa porque destruirá impostos, receitas, empregos em um mercado em recessão. O debate se estende na Europa em grandes ligas. Enquanto isso, era bom pensar em como sair dessa caixa e procurar vertentes novas e bem rápido. Qual sua opinião?
Grana à vista no SPFC









































