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·26. März 2026
ERC recusa Benfica FM por não truncar e-mails, ameaçar jornalistas e ser financiado por autarquias

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·26. März 2026

A ERC, através de um comunicado, diz que a Benfica FM não reúne condições para obter autorização para uma frequência FM. O Conselho Regulador concluiu que o pedido não reunia os pressupostos legais necessários, baseando-se em três pilares essenciais, escassez de pluralismo e diversidade, dúvidas sobre a independência editorial e interesse público.
O que é, para a ERC, escassez de pluralismo e diversidade? Um programa todas as terças e quartas feiras, com as mesmas pessoas, a praticarem crimes pelos quais foram condenadas? Podemos dizer que se enquadra.
O que é, para a ERC, independência editorial? Ter uma redação num clima de pressão e ameaças, em que superiores proíbem jornalistas de sair das redações para efetuar o seu trabalho? Também se enquadra nesses pilares da Entidade Reguladora para a Comunicação.
O que é, para a ERC, interesse público? Ter um canal a passar mensagens eletrónicas truncadas para parecer que existiam crimes? Também está no mesmo enquadramento.
Então porque é que a ERC decidiu, de forma leviana, permitir a passagem de um canal regional, financiado em parte com dinheiro das autarquias, para um canal de clube, num caso em que se questiona se ainda recebe dinheiro das mesmas autarquias? Como é que o Porto Canal passa a canal de clube e a Benfica FM, que custou 0 euros ao erário público, não pode ter frequência por ser rádio do clube?
Isto é perseguição, porque existem exemplos de decisões ao contrário e bem mais gravosas. O Porto Canal é gritante.









































