Revista Colorada
·14. März 2026
Erro cometido contra o Inter foi exposto por ex-árbitro brasileiro

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O Grêmio conquistou o título do Campeonato Gaúcho de 2026 após empatar em 1 a 1 com o Internacional no Gre-Nal 451, disputado no Estádio Beira-Rio, no último domingo (8). Assim como na partida de ida da decisão, o confronto de volta também foi marcado por lances polêmicos de arbitragem, analisados pelo ex-árbitro Carlos Eugênio Simon.
Um dos principais episódios ocorreu no fim do primeiro tempo, quando o árbitro Rafael Rodrigo Klein marcou pênalti para o Inter após um lance envolvendo Alan Patrick. No entanto, após revisão do VAR, a decisão foi revertida, o que causou revolta nos donos da casa.
Segundo Simon, a penalidade deveria ter sido mantida. Em sua análise, o meia foi derrubado por Monsalve dentro da área. “O pênalti foi bem marcado em campo para o Internacional. Alan Patrick é atropelado por Monsalve. O árbitro estava próximo da jogada e apontou para a marca da cal. O VAR interveio de forma equivocada”, afirmou o comentarista nas redes sociais.

Créditos: Ricardo Duarte/Internacional
Simon também apontou outro erro da arbitragem no início da partida. De acordo com ele, o volante Ronaldo Henrique deveria ter sido expulso após atingir o gremista Amadou Amuzu com uma cotovelada.
Para o ex-árbitro, o lance caracterizou conduta violenta e justificaria cartão vermelho direto. “Ronaldo dá uma cotovelada em Amuzu. Isso é conduta violenta, cartão vermelho. O árbitro não marcou nada e o VAR também não interveio, o que representou mais um erro da arbitragem”, avaliou.
Já no segundo tempo, o time comandado por Paulo Pezzolano teve um pênalti assinalado a seu favor. No lance, Rafael Borré foi atingido por Wagner Leonardo dentro da área. Após revisão no monitor, o árbitro confirmou a penalidade e aplicou cartão vermelho ao defensor. Alan Patrick cobrou e marcou o gol colorado no clássico.
Apesar de considerar que houve pênalti, Simon criticou as imagens utilizadas pelo VAR na revisão do lance. Segundo ele, o material apresentado não era conclusivo para determinar se houve agressão.
“O VAR mostrou imagens que não são totalmente claras para afirmar se houve agressão ou não. No lance do Ronaldo com o Amuzu, que foi muito mais evidente, não houve intervenção. Já nesse, o VAR sugeriu revisão com imagens que, para mim, não são conclusivas. Ainda assim, a penalidade existiu”, concluiu o ex-árbitro.









































