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Papo na Colina

·7. April 2026

Especialista explica impacto do desbloqueio da A-Cap na venda da Vasco SAF

Artikelbild:Especialista explica impacto do desbloqueio da A-Cap na venda da Vasco SAF

A venda da Vasco SAF ganhou um grande impulso nesta semana. O advogado e professor José Humberto, especialista no setor e responsável pelo canal Direito Empresarial, analisou o recente desbloqueio judicial dos ativos da seguradora A-Cap nos Estados Unidos. Em vídeo, o jurista detalhou como a decisão altera positivamente o cenário para o clube carioca e para o provável comprador, o empresário Marcos Lamacchia.


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A disputa judicial e o entendimento nos Estados Unidos

A polêmica tem origem em um processo movido pela gestora Leadenhall, que cobra mais de 600 milhões de dólares por empréstimos não pagos pelas empresas vinculadas à 777 Partners. Inicialmente, a Justiça americana havia bloqueado os ativos da A-Cap de forma preventiva, o que congelava as ações do Cruz-Maltino. Contudo, essa pesada liminar foi revertida. O professor detalhou a interpretação da corte internacional para revogar o bloqueio.

“Na prática, a Justiça dos Estados Unidos entendeu que a Leadenhall pode até cobrar a dívida, mas não tem o direito sobre os ativos neste momento”, explicou José Humberto.

Com a suspensão da medida, a A-Cap, que detém cerca de 31% das cotas do departamento de futebol vascaíno, recuperou a sua autonomia financeira. Segundo o especialista, “a empresa volta a ter liberdade para negociar, e isso muda todo o cenário“.

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Marcos Lamacchia e Pedrinho – Fotos: Reprodução

O impacto direto na Vasco SAF e o futuro da negociação

No atual desenho das tratativas, especula-se que a diretoria associativa possa entrar em um acordo direto na arbitragem para recomprar as fatias da A-Cap por valores entre 60 e 90 milhões de dólares, repassando posteriormente os 90% de forma integral ao novo investidor interessado. Com a decisão estrangeira, esse caminho burocrático fica muito mais seguro e desimpedido.

“É menos uma pendência e mais uma barreira derrubada para a venda da Vasco SAF”, cravou o advogado de forma enfática.

Sem a obrigatoriedade de pedir autorizações constantes aos tribunais para movimentar as cotas, a complexidade cai e a conclusão do negócio entra em sua fase mais decisiva. Agora, a instituição possui a segurança jurídica e a liberdade necessárias para avançar na reconstrução do seu modelo esportivo e corporativo.

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