Jogada10
·13. April 2026
Especialista identifica pênalti ignorado para o Palmeiras em clássico contra o Corinthians

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A não marcação de um pênalti para o Palmeiras concentrou a principal divergência da análise de Paulo César de Oliveira sobre as polêmicas do empate com o Corinthians, nesse domingo (12), pela 11ª rodada do Brasileirão. Ao mesmo tempo, o especialista validou as decisões do VAR nas expulsões de André e Matheuzinho, alinhando sua leitura entre erro pontual e acertos no controle disciplinar da arbitragem.
O lance que sustenta a divergência ocorreu aos 17 minutos do segundo tempo, quando Sosa se antecipou dentro da área e recebeu um chute de Gabriel Paulista na sequência da jogada. Jogadores do Palmeiras reagiram imediatamente, mas a arbitragem deixou o jogo rolar e manteve a decisão posteriormente.
“Nesse tipo de jogada o VAR deve avaliar quem toca na bola. Quem antecipa e toca a bola é o Sosa, e o Gabriel Paulista de forma imprudente tenta chutar a bola. No meio da semana houve um pênalti semelhante contra o Palmeiras feito pelo Maurício. A regra não fala da intenção, mas entra a imprudência, não houve precaução. Quando o jogador antecipa ele só pega o adversário”, ponderou PC de Oliveira.
Se o pênalti abre espaço para contestação, o lance envolvendo André conduz a análise em outra direção. O corintiano recebeu cartão vermelho após reagir à falta de Andreas Pereira com a mão nas partes íntimas, ainda na etapa inicial. O VAR de Daniel Nobre Bins recomendou revisão, e a decisão final manteve a expulsão direta.
“No texto da regra do jogo tem algumas situações que são infrações puníveis de cartão vermelho direto. Uma delas quando o jogador profere palavras, ou realiza uma ação ofensiva, grosseira, ou insultante. Aí o árbitro se perceber em campo tem que tomar a decisão aplicando vermelho diretamente, ou no VAR, com base nas imagens. Não precisa ser na hora, inclusive se o jogo tivesse sido reiniciado o VAR poderia intervir e recomendar a revisão”, avaliou o comentarista.
O VAR voltou a interferir em um lance decisivo do clássico, mas este na etapa final. Inicialmente, Matheuzinho levou amarelo após se envolver e atingir Flaco López, mas a revisão da jogada alterou a decisão para vermelho direto.
Para o comentarista, a mudança impacta não apenas o lance, mas também o enquadramento disciplinar posterior. O especialista usa a importância da intervenção para esclarecer o contexto da análise pós-jogo.
“A participação do VAR foi muito importante pois o peso de uma expulsão pelo segundo cartão amarelo é diferente do que um vermelho direto. Ele teve uma conduta violenta, não havia disputa de bola e ele acerta o rosto do adversário. Aí ele tem que receber o vermelho direto. O julgamento no tribunal é completamente diferente, porque o árbitro provavelmente iria colocar como uma conduta antidesportiva, poderia ter um peso menor no tribunal”, completou.
As polêmicas colocaram ainda mais fogo no clima do clássico, que é quente por si só. O Palmeiras acusou funcionários do Corinthians de agredirem Luighi, enquanto o Alvinegro afirmou que profissionais palmeirenses atacaram Breno Bidon e Gabriel Paulista.
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