Esporte News Mundo
·1. März 2026
“Eu gosto desse jogo mental”: Éverson dispara após brilhar nos pênaltis e colocar o Atlético-MG na final do Campeonato Mineiro

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O protagonismo foi todo dele. Após o empate em 0X0 na Arena Independência, que levou a decisão para os pênaltis, já que o jogo de ida terminou 1X1, o goleiro Éverson chamou a responsabilidade, defendeu duas cobranças e ainda converteu o pênalti que garantiu o Atlético-MG na final do Campeonato Mineiro.
Mas, mais do que as defesas e o gol decisivo, foi o discurso do camisa 22 que chamou atenção após a partida. Sereno, confiante e consciente da pressão, Éverson destacou o aspecto psicológico da disputa. “É o jogo mental do goleiro contra o atacante. Eu gosto desse jogo mental, de defender para depois bater, inverter o papel” afirmou.
A semifinal contra o América Mineiro foi marcada pelo equilíbrio. No tempo regulamentar, o Galo buscou propor o jogo, enquanto o adversário apostou em uma postura mais defensiva. O empate sem gols manteve o confronto aberto até as penalidades. Nos pênaltis, Éverson foi decisivo. Defendeu duas cobranças e, ao assumir a responsabilidade de bater, demonstrou frieza.
Segundo ele, a disputa vai além da técnica. “O Gustavo conseguiu segurar bem e quase fez a defesa, mas fui feliz ali para ajudar a equipe, fazendo o gol e, principalmente, defendendo dois pênaltis que nos colocaram mais uma vez na final” completou.
O goleiro também valorizou a dificuldade de manter o alto nível em competições estaduais marcadas por rivalidade intensa.“Sabemos o quão difícil é ganhar e continuar vencendo no campeonato estadual. A rivalidade é muito grande. Vamos chegar à final em busca do sétimo título” destacou.
Agora, o Atlético terá pela frente um clássico em jogo único na decisão. Para Éverson, o momento é de foco total. “Clássico em jogo único, com certeza vai ser um grande jogo. Nossa torcida vai estar nos acompanhando. Vamos trabalhar bem essa semana para defender o título e, respeitando a equipe adversária, buscar mais uma conquista” finalizou.
Mais uma vez, quando o roteiro exigiu sangue-frio e personalidade, Éverson mostrou que, para ele, a disputa de pênaltis é muito mais do que sorte: é estratégia, leitura e força mental. E foi assim, com as mãos e com os pés, que ele conduziu o Galo a mais uma final estadual.
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