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·28. Januar 2026

Farioli: «Ficaremos felizes de saltar os jogos do playoff da Liga Europa»

Artikelbild:Farioli: «Ficaremos felizes de saltar os jogos do playoff da Liga Europa»

Esta quinta-feira, o FC Porto joga a jornada final da fase de liga da Liga Europa e recebe os escoceses do Rangers. Esta quarta-feira, Francesco Farioli, treinador dos dragões, fez a antevisão da partida, em conferência de imprensa, e negou a gestão da equipa, perante o curto descanso, e garantiu ambição de alcançar o top-8. Além disso, revelou que esteve perto de ser treinador do Rangers no passado.

Antevisão: «O jogo de amanhã é muito importante para nós, para jogarmos a possibilidade de alcançar o top-8. É um resultado importante na Liga Europa, mas também um objetivo para a nossa carga de trabalho e gestão das próximas semanas. É muito importante. O nível de motivação é alto e vamos defrontar uma equipa que pretende continuar a boa forma. Vêm de oito vitórias seguidas. Tenho a certeza que vêm com a melhor equipa para dar o respeito que a prova merece.»


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Diogo Costa: «Tem febre e veremos se vai recuperar. Se não, temos o Cláudio Ramos que estará pronto.»

Rodrigo Mora titular? «Sim, estará no jogo.»

Rangers sem ambição na Liga Europa: «Querem continuar o momento, por isso acredito que vêm com a melhor equipa. Quem jogar, de certeza tentará o melhor resultado. Do nosso lado, será igual. Esperamos um jogo intenso, competitivo e exigente. Preparámo-nos para o pior cenário, contra uma equipa que quer vencer.»

Gestão na Liga Europa: «Para nós, não há prioridade. A prioridade é o próximo jogo e fazer tudo para vencer. A realidade é que nada mais está na nossa mente. A forma como nos preparamos é muito estável. Os jogadores de amanhã são os que sinto que são os melhores para vencer o jogo. O jogo de amanhã tem muito valor. Espero uma boa exibição, para termos o apoio do Dragão. Precisamos disso. Concentração total, motivação e desejo totais para dar tudo o que tenhamos.»

Espaço de descanso curto e preparação: «Não há segredos. Tentamos ganhar todos os momentos para recuperar os jogadores. Nesta parte, é normal que haja algum cansaço psicológico. A realidade é que nos últimos quatro jogos igualámos fisicamente todas as equipas que defrontámos. Vamos para campo e damos tudo, independentemente de quem defrontamos. Para ser justo, não vejo no campo isto em muitas equipas. Neste momento, não há cansaço. Temos uma equipa com energia, desejo, as vibes certas em termos de capacidade física e psicológica. Ficaremos felizes de saltar os jogos do playoff da Liga Europa. Mas, neste momento, a equipa está absolutamente bem fisicamente e não há desculpa para jogar mal.»

Rangers pode dificultar pela posição: «Para ser justo, não muda a nossa mentalidade. Queremos entrar e estar logo prontos para sermos agressivos, para desafiar o adversário, ter um certo ritmo. É a única parte que podemos controlar. Espero que eles venham competitivos e com ambição de um resultado positivo. Na nossa mente, é claro o que queremos e isso ajuda a chegar mais próximo do objetivo.»

Resultados na Liga Europa e dificuldade de manter ritmo: «Dizer que na Liga Europa estamos pior do que no campeonato é algo óbvio. Mas dizer que estamos num ritmo diferente é ousado, porque estamos ainda em todas as competições em que entrámos. Na Liga Europa, temos boas chances de estar no top-8 e termo-nos qualificado para o top-24 nos últimos dois jogos é muito bom, considerando o facto de que a época passada nos qualificámos para o playoff no último jogo. A consistência tem sido ótima. Há uns meses, era fácil concedermos três golos contra uma equipa egípcia ou da MLS, agora não. Não nos podemos esquecer do caminho e o trabalho feito. Às vezes, acho que estamos a pedir a perfeição e queremos isso, mas a perfeição não existe. É uma questão de trabalho, desejo e nisso estamos muito motivados para seguir em frente. Quero agradecer aos adeptos, porque entendem o processo onde estamos. Em alguns momentos da época, a energia deles tornou tudo especial e isso diz muito deles e da forma como entendem onde estamos atualmente.»

FC Porto está mais calculista? «Não vejo diferenças. Muitas vezes, achamos que uma equipa que não sofre é defensiva, o que é uma análise simplista. A realidade é que somos, fomos e, espero, seremos a primeira equipa a nível de intensidade. Somos uma equipa que cria muitas oportunidade, concedemos poucas e ficamos felizes de ter um grande guarda-redes para defender as que permitimos. Acho que 99 por cento controlamos o jogo com e sem bola. Depois do jogo, temos de respeitar o adversário e como nos obriga a defender mais. Tenho a meu lado um jogador que é uma boa imagem disto. Quando leio comentários sobre a evolução dele, dizem que melhorou muito defensivamente. E é verdade, deu grandes passos e estou grato pela sua capacidade de ser treinável, humilde de dar o seu talento à equipa. Mas depois há outra parte, onde acho que estamos a desvalorizar, que é a sua capacidade com bola. É algo que não leio nada sobre, mas é um jogador que alterou a sua forma de jogar. É um jogador sempre motivado. De uma promessa, tornou-se um jogador de equipa. Vai buscar baixo para construir, é um jogador que fecha certas linhas de passe, que antes não lhe pedíamos. Tornou-se mais decisivo no último passe, para encontrar um colega numa melhor posição, em vez de rematar. Criou-se uma narrativa não completa. Na minha opinião, é importante uma boa revisão do jogo em vez de tirar conclusões precipitadas.»

Treinador adversário: «Está a sair-se bem. O seu impacto foi fantástico. Quando vimos o sorteio, começámos a seguir os adversários. O início de época não foi fácil, mas o impacto que teve desde que chegou foi massivo. Fez quase 20 jogos, com jogos consecutivos a vencer. Num curto período, impôs as suas ideias, com capacidade de jogar em esquemas táticos distintos. Combinações distintas com bola e na construção. Diz muito da sua qualidade como treinador e é uma prova extra do que fez como assistente e como treinador. São sortudos por ter um treinador deste nível.»

FC Porto vai subestimar Rangers por não ter nada a vencer na prova? «Não subestimamos nada. Para mim, o respeito que vamos defrontar e pelo treinador deles, pela mentalidade implementada, é que chegue para ser motivante para nós. Para nós, só interessa um resultado e quando nos desafiamos para o máximo, não podemos deixar de estar em alerta.»

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