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·6. März 2026

Goleiro Bruno vai ser preso de novo, ordena Justiça do Rio

Artikelbild:Goleiro Bruno vai ser preso de novo, ordena Justiça do Rio

O ex-goleiro Bruno Fernandes, de 41 anos, teve a volta à prisão determinada pela Justiça do Rio de Janeiro após o descumprimento das condições impostas em seu livramento condicional. A informação foi divulgada inicialmente pelo O Globo.

A decisão foi tomada pela Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Rio, que revogou o benefício concedido ao ex-jogador e expediu um mandado de prisão para que ele retorne ao cumprimento da pena em regime semiaberto.


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Bruno foi condenado a 23 anos de prisão pelo assassinato da modelo Eliza Samudio, crime que ganhou grande repercussão nacional. Com a nova decisão judicial, o ex-atleta terá que voltar ao sistema prisional para cumprir o restante da pena, cujo mandado tem validade de 16 anos.

No regime semiaberto do estado do Rio de Janeiro, o detento pode ter maior flexibilidade em relação à rotina, podendo trabalhar fora durante o dia mediante autorização judicial. Porém, ele é obrigado a permanecer recolhido em uma unidade prisional durante o período noturno e em outros horários determinados pela Justiça.

A revogação do benefício ocorreu após o ex-goleiro violar uma das condições estabelecidas quando recebeu o livramento condicional no início de fevereiro. Entre as exigências impostas estava a proibição de deixar o estado do Rio de Janeiro sem autorização prévia do Judiciário. Ainda assim, Bruno viajou para o Acre no dia 15 de fevereiro, poucos dias após ter obtido o benefício.

Na decisão, o juiz Rafael Estrela Nóbrega considerou a atitude um sinal de desrespeito às regras estabelecidas pela Justiça. Segundo o magistrado, o deslocamento ocorreu apenas quatro dias depois da concessão do livramento condicional, sem qualquer autorização judicial, o que representou descumprimento direto das determinações impostas ao condenado.

Além da viagem, Bruno também publicou nas redes sociais imagens de uma visita ao Maracanã no fim de janeiro, ocasião em que comemorou o retorno ao estádio. A exposição pública chamou atenção porque uma das condições do benefício era justamente o recolhimento noturno obrigatório.

Diante desses episódios, o Ministério Público do Rio de Janeiro solicitou que o ex-goleiro retornasse ao regime fechado, alegando violação das regras que sustentavam o livramento condicional.

A Justiça, no entanto, decidiu apenas revogar o benefício e determinar que Bruno volte a cumprir a pena em regime semiaberto, medida considerada intermediária em relação ao pedido da promotoria.

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