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·15. Mai 2026

Imóveis, moda e mais: Bap revela projetos para expandir receitas do Flamengo

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Em entrevista ao canal Sport Insider, o presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, detalhou a estratégia para levar o clube a um faturamento que não dependa exclusivamente de variáveis instáveis, como títulos ou venda de jogadores. O dirigente revelou que o clube prepara o anúncio de um projeto imobiliário de grande porte para diversificar as fontes de renda.

Como exemplo de diversificação, o dirigente citou o caso do Grupo City com o Bahia, que adquiriu um terreno de 1 milhão de metros quadrados para construir um Centro de Treinamento e um condomínio residencial simultaneamente. Bap admitiu que mudou de postura sobre esse tipo de negócio.


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“O Bahia vai e compra um terreno de 1 milhão de metros quadrados em Busca Vida, que é uma região legal. Meio milhão vai ser para fazer um CT e meio milhão vai ser para fazer um condomínio. Esse dinheiro de investimento imobiliário vai fazer com que o Bahia seja um clube mais rico. “

“No caso do Flamengo, pode ser que a gente tenha um projeto daqui a pouco para anunciar importante imobiliário. Eu não acreditava que fosse adiante, fui muito cético a respeito disso. Hoje eu acho que a gente tem boas possibilidades de levar esse projeto adiante.”

Para o mandatário, o crescimento sustentável do Flamengo depende de novos ativos, já que os ganhos com bilheteria e estádio estão limitados pelo calendário esportivo.

Marca de moda e novos conteúdos

O mandatário rubro-negro também anunciou a “Gávea”, marca de moda casual focada no público feminino. O objetivo é aproveitar o alcance digital do clube para reduzir custos de marketing.

“Nós estamos lançando agora, no final desse mês, um projeto de marca própria do Flamengo. Para quem gosta de moda, a gente vai lançar uma marca de moda casual chamada Gávea e a Gávea vai ficar ali, orbitando entre o que é a Reserva e a Osprey.”

“Vai ter um foco mais em mulher, mulher compra seis vezes mais do que o homem compra. (…) Uma das partes mais caras de varejo é a parte de marketing, a parte de divulgação. A gente tem isso de graça. Então, eu entendo que a gente entrando nesse segmento, quando você olha para uma empresa como a Track & Field, com todo respeito, valer um bilhão de reais, eu acho que o Flamengo vai atuar bem nessa área. “

Em seguida, Bap revelou planos para a produção de conteúdo original e entretenimento na FlamengoTV. O objetivo é garantir faturamento e engajamento constantes, mesmo durante os períodos sem jogos.

“E a parte de conteúdo, né? Também tem algumas coisas interessantes, tem um par de reality shows aí que eu acho que a gente pode tirar do forno, que a gente já está pensando há seis ou sete meses. E que esse tipo de negócio, ele vai existir, Flamengo jogando ou não jogando, sendo campeão ou não.”

Receita recorrente e o patrimônio do Morro da Viúva

Bap reafirmou que o custo fixo do futebol deve ser sustentado apenas por receitas garantidas. Para o dirigente, o aumento desse patamar depende diretamente do sucesso dos novos projetos.

“Se você eliminar a venda de qualquer atleta no Flamengo e todas as premiações que nós tivemos ano passado, a tua receita seria alguma coisa como R$ 1,4 bilhão. Então quem ganha R$ 1,4 bilhão, não pode gastar mais do que R$ 1,4 bilhão. É isso. Quando você aumenta a sua receita recorrente, você pode aumentar esse R$ 1,4 bilhão.”

Essa estratégia de valorização patrimonial já apresenta resultados práticos no balanço. No primeiro trimestre de 2026, a gestão rubro-negra registrou a venda de duas unidades no Edifício Hilton Santos, movimentando R$ 10,5 milhões em novos contratos.

Do montante negociado, o clube já contabilizou a entrada de R$ 1,9 milhão no caixa. Os R$ 8,6 milhões remanescentes foram parcelados e figuram como contas a receber nos próximos balanços.

Mesmo após as vendas, o estoque imobiliário no antigo prédio do Morro da Viúva está avaliado em R$ 137,8 milhões. O ativo consolida-se como uma das principais reservas financeiras não-esportivas do Flamengo.


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