JÁ SÃO 21 ANOS! O feito que eu e mais 72 mil torcedores do São Paulo jamais esqueceremos no tri da Libertadores | OneFootball

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·14. Juli 2026

JÁ SÃO 21 ANOS! O feito que eu e mais 72 mil torcedores do São Paulo jamais esqueceremos no tri da Libertadores

Artikelbild:JÁ SÃO 21 ANOS! O feito que eu e mais 72 mil torcedores do São Paulo jamais esqueceremos no tri da Libertadores

E lá se vão 21 anos da última grande conquista internacional do São Paulo no Morumbi. Em 14 de julho de 2005, eu e mais 72 mil torcedores abarrotamos o estádio tricolor e celebramos o tricampeonato da Libertadores da América, após goleada por 4 a 0 sobre o Atlético-PR.

É quase que indescritível em palavras. Alegria, prazer, êxtase, emoção, alívio, euforia, amor! Quem estava lá, vai entender. E quem não estava, também. O então ‘bicho-papão’ do início dos anos 90, quando o esquadrão de Telê mostrou ao mundo que não havia futebol melhor do que o são-paulino, enfim voltava a mandar na América.


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Foram 12 anos de espera desde o título de 1993. Eu e mais tantos outros tricolores não sentimos antes o que era ser campeão da América. Este jornalista que vos escreve já era são-paulino, mas sem idade ainda para ter memórias de glórias.

O Tricolor sofreu duros dez anos até voltar a disputar a competição preferida da nossa torcida. O título de 2005 nasceu dessa sede de vitória acumulada por uma década.

A história recomeçou em 2004. Após tropeços na busca pela vaga em 1999, 2000 e 2002, o São Paulo, com a terceira colocação obtida no Brasileirão de 2003, enfim reconquistou o direito de disputar a Copa Libertadores da América.

Quem acompanhou a trajetória tricolor naquele ano, sofreu. O time vinha bem, alcançou as semifinais, mas foi eliminado no último minuto pelo Once Caldas, da Colômbia, futuro campeão.

Deixou água na boca. O Tricolor não se contentou. Ao fim do Brasileirão de 2004, novo terceiro lugar na classificação final e vaga mais uma vez garantida na competição internacional. Agora era preciso ser campeão!

E o time engrenou. Três zagueiros, Mineiro e Josué desfilando no meio, com os excelentes alas Cicinho e Júnior, ganharam as companhias de dois craques no ataque, Luizão e Amoroso, este segundo que já chegou na reta final da competição, para dar o toque de qualidade que faltava na frente.

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