Jorge Amaral: “A primeira oportunidade é do FC Porto que é um pontapé do Alan Varela ao poste” | OneFootball

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·5. März 2026

Jorge Amaral: “A primeira oportunidade é do FC Porto que é um pontapé do Alan Varela ao poste”

Artikelbild:Jorge Amaral: “A primeira oportunidade é do FC Porto que é um pontapé do Alan Varela ao poste”

Foi um Clássico repleto de emoção o que se disputou no Estádio José Alvalade na noite de terça-feira. O Sporting impôs-se ao FC Porto por 1-0, com um golo de Luis Suárez, assegurando vantagem nas meias-finais da Taça de Portugal.

O encontro ficou também marcado por uma arbitragem polémica de Cláudio Pereira, que levou a intervenções dos presidentes de ambos os clubes na zona mista do Estádio José Alvalade, a poucos dias de outro Clássico, desta vez no Estádio da Luz, entre o Benfica e o FC Porto.


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Em entrevista exclusiva concedida ao Desporto ao Minuto, Jorge Amaral analisou o desfecho do Clássico entre Sporting e FC Porto para a Taça de Portugal. O antigo jogador dos Dragões admitiu que o empate teria sido o resultado mais justo. Apesar da derrota, o ex-guarda-redes não se mostrou especialmente preocupado com possíveis repercussões para o encontro de domingo na Luz.

“Não é preocupante. Tirando todas as incidências do jogo, se calhar o Suárez teria sido logo expulso, depois a seguir há o duplo amarelo ao Alberto Costa. Se olharmos àquilo que se passou na primeira parte, vemos o que o FC Porto não fez, mas também temos de olhar para aquilo que o FC Porto não deixou o Sporting fazer. Se alguém que tinha de ser o protagonista do jogo não era o FC Porto, era o Sporting. O Sporting que tem demonstrado um pendor atacante, uma versatilidade muito grande no último terço, em que tem dominado, digamos, os adversários, não criou rigorosamente nada”, começou por dizer.

“O Sporting teve um pontapé do Fresneda e houve outro remate do William Gomes. Foi uma primeira parte pobre, em termos de futebol, mas se calhar mais pobre de quem tinha de ter o protagonismo do jogo. Aqui tem que se dar mérito àquilo que o FC Porto trabalhou em termos táticos, de não deixar o Sporting jogar e tentar, dentro do possível, chegar lá. Até tentou de certas formas, mas com falta de critério, de definição, no último terço do terreno”, vincou o antigo internacional português.

“Na segunda parte, acho que a lesão de Bednarek, as mudanças todas em termos defensivos que Farioli teve que fazer, foi dar um pouco mais de espaço ao Suárez e aos jogadores mais avançados do Sporting. A primeira oportunidade de golo flagrante dessa parte é do FC Porto que é um pontapé do Alan Varela à barra. E a seguir acontece o lance da grande penalidade. A partir daí, tornou-se um jogo diferente, porque o FC Porto teve de ir atrás do resultado, teve de subir as suas linhas, de fazer as suas substituições e o Sporting começou a ter mais espaço para jogar. O Sporting foi menos contrariado em termos ofensivos porque o FC Porto teve de subir as suas linhas e, aí, admito que, quando tentou ir à procura do empate, acho que o Sporting esteve sempre mais perto de poder fazer o segundo golo”, acrescentou.

“O jogo em Alvalade e na Luz são diferentes. Em Alvalade, o FC Porto não tinha de ir com uma vertigem muito grande porque ainda há uma segunda mão. Preocupado estarei se, eventualmente, o FC Porto não ganhar de uma forma contínua. Perder da forma como perdeu em Alvalade… O resultado mais justo seria o empate por aquilo que as duas equipas fizeram”, finalizou.

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