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·3. Juni 2026
Marquinhos revisita ‘trauma’ de 2022 e revela como chega à Copa do Mundo como capitão: “Mais preparado”

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Capitão da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, Marquinhos afirmou que chega ao torneio mais maduro e preparado do que na edição disputada no Catar. Durante entrevista coletiva nesta quarta-feira (3), nos Estados Unidos, o zagueiro falou sobre o crescimento vivido nos últimos quatro anos e destacou a responsabilidade de liderar o grupo em busca do hexacampeonato.
O defensor revelou que recebeu a notícia de que seria o capitão da equipe pouco antes da final da Champions League, mas só tomou conhecimento da decisão após a partida.
“O dia que o mister (Ancelotti) anunciou que eu seria capitão foi quase na final da Champions, eu não vi a notícia, me falaram depois do jogo. Evitei muito o celular antes do jogo porque todo momento em que eu entrava tinha algo da Seleção e da Champions.“
Marquinhos não escondeu a emoção ao falar sobre a oportunidade de usar a braçadeira em uma Copa do Mundo e lembrou os grandes nomes que exerceram a função ao longo da história da Seleção.
“Depois fiquei muito feliz. Ser capitão da Seleção em uma Copa do Mundo, a gente vê todos os capitães lendários que passaram por esse momento… Fico muito honrado, muito feliz.“
O jogador também destacou que a função vai muito além do que acontece dentro de campo: “Ser capitão não é só ter aquela braçadeira no braço e jogar bola. Ser capitão é muito mais, vem primeiro da pessoa e do que você pode agregar ao grupo e companheiros. Não é só o momento das quatro linhas.“

Marquinhos nas quartas de final da Copa de 2022, em derrota para a Croácia (Foto: Laurence Griffiths/Getty Images)
Ao comparar sua atual versão com a que disputou a Copa do Mundo de 2022, Marquinhos garantiu que a experiência acumulada nos últimos anos o tornou um atleta mais preparado para os desafios do torneio.
“O Marquinhos de 2022 realmente é diferente desse de hoje. Quatro anos no mundo do futebol é muita coisa. As coisas amadurecem. A gente tem que estar buscando essa constante evolução, crescimento como pessoa, como líder e como jogador.“
Por fim, o zagueiro afirmou que encara a competição com um sentimento especial, tratando cada oportunidade como única em sua carreira.
“Eu vivo esse momento cada vez mais como se fosse meu último jogo, última Copa e última oportunidade de estar conquistando jogos e troféus na minha carreira […] Nesse momento de 2026 quanto ao de 2022 me sinto muito mais preparado. Com a experiência desses quatro anos loucos que tive depois de 2022 trago muita bagagem e experiência para entregar à seleção brasileira.“







































