O Caminho do Brasil até a Copa do Mundo de 2026: Previsões de Convocação e Perspectivas | OneFootball

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·11. März 2026

O Caminho do Brasil até a Copa do Mundo de 2026: Previsões de Convocação e Perspectivas

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A Copa do Mundo de 2026 está cada vez mais próxima. A Seleção ainda terá mais uma data FIFA nesta temporada antes de enfrentar o Marrocos no MetLife Stadium, na estreia da fase de grupos.


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Os finalistas da Copa Africana de Nações serão um primeiro teste pesado para a equipe de Carlo Ancelotti. Depois vêm Haiti e Escócia, vitórias que o Brasil precisa buscar para ganhar ritmo e confiança no torneio.

Será o primeiro grande torneio de Ancelotti no comando de uma seleção. Por isso, os amistosos contra França e Croácia ganham ainda mais importância. Eles devem dar sinais claros de como será o elenco final que viajará para a América do Norte. São adversários fortes, capazes de testar a flexibilidade tática e a força mental da equipe.

O início de trabalho do ex-técnico do Real Madrid ainda gera dúvidas. Derrotas para Bolívia e Japão, além de um empate frustrante contra a Tunísia, deixaram parte da torcida apreensiva quanto às chances de encerrar um jejum de 24 anos sem conquistar a Copa do Mundo. Essa oscilação deixa o torcedor com um pé atrás.

Mesmo assim, a Seleção aparece como segunda favorita nos sites de apostas copa do mundo, atrás apenas da campeã europeia Espanha. Motivos para acreditar não faltam. O Brasil tem um dos elencos mais profundos do torneio, com jogadores de alto nível espalhados por praticamente todas as posições e atuando nos principais clubes da Europa.

A convocação para os amistosos de março pode acabar definindo quem embarca para os Estados Unidos e quem ficará pelo caminho. Alguns nomes ainda lutam para consolidar espaço. Outros precisam provar que merecem vaga diante da nova geração que começa a pressionar.

Neste cenário, alguns jogadores ainda têm muito a mostrar antes de Ancelotti fechar a lista final.

Ederson

Durante anos, Ederson foi o reserva natural de Alisson na Seleção. Hoje o cenário mudou. Uma queda de rendimento em relação ao auge vivido no Manchester City coincidiu com a ascensão de Bento, agora no Al-Nassr, que ganhou força na disputa pela posição.

A qualidade com os pés continua sendo um trunfo enorme. Ederson segue entre os melhores goleiros do mundo quando o assunto é iniciar jogadas desde a defesa. Isso combina com a ideia de jogo de Ancelotti, que valoriza a construção desde trás.

O problema é a regularidade nas defesas. Em alguns momentos recentes ela foi questionada, e isso pesa quando se fala de Copa do Mundo.

A data FIFA de março pode ser decisiva. Ederson ainda pode garantir a vaga como reserva imediato de Alisson, mas também corre o risco de cair para terceiro na hierarquia se outros nomes ganharem espaço. Para um goleiro que parecia ter presença garantida nas convocações, a disputa agora está aberta.

Caio Henrique surgiu neste ciclo como a opção moderna para a lateral esquerda da Seleção. Um jogador ofensivo, com boa visão de jogo e capacidade de criar chances com cruzamentos perigosos. Mas o momento dele perdeu força no último ano.

O Monaco ocupa apenas a sétima posição na Ligue 1 e caiu cedo na Liga dos Campeões após eliminação para o PSG, antigo clube de Ancelotti. Os números individuais também despencaram. Caio soma apenas uma assistência nesta temporada, bem abaixo das cinco registradas no ano anterior.

A convocação de março pode ser a última grande chance de mostrar que ainda pode ser útil em um elenco já cheio de talento ofensivo. O Brasil tem opções na posição, e a disputa pela lateral esquerda continua aberta.

Neymar

O lugar de Neymar na história da Seleção já está garantido. Na Copa de 2026, porém, ainda não.

Do ponto de vista técnico, não há o que discutir. Neymar é um dos maiores talentos que o futebol brasileiro já produziu. A dúvida hoje é física.

Ancelotti já deixou claro o cenário. Para ser considerado, Neymar precisa estar em forma e jogando com regularidade até março. O treinador não pretende convocá-lo apenas pelo peso do nome.

Se ele não aparecer na lista desses amistosos, a presença na Copa passa a ser seriamente ameaçada.

Já não é mais sobre talento. É sobre resistência. Neymar conseguiria disputar três jogos de fase de grupos em sequência? Estaria preparado para uma prorrogação em um mata-mata? Conseguiria atravessar um torneio inteiro sem sofrer novas lesões?

São perguntas que Ancelotti precisa responder antes de definir o elenco final.

Igor Thiago também começa a entrar forte nessa conversa. O atacante vive grande fase e marca gols em ritmo impressionante na Premier League.

Entre os brasileiros que atuam na Europa, poucos estão em momento tão produtivo quanto ele. Mesmo assim, ainda não estreou pela seleção principal.

No Brentford, Thiago fez praticamente tudo para chamar atenção da comissão técnica. A dúvida é se Ancelotti estará disposto a apostar em um nome sem experiência internacional ou se preferirá jogadores que já conhecem o peso da camisa da Seleção.

Se for convocado e aproveitar a chance nos amistosos de março, Thiago pode entrar de vez na disputa por uma vaga na Copa. Caso contrário, a oportunidade talvez não apareça novamente.

A base da Seleção para a Copa do Mundo de 2026 já está praticamente definida. Mesmo assim, são os detalhes que costumam decidir grandes torneios.

Muitas vezes a diferença entre levantar a taça e cair pelo caminho está na profundidade do elenco e nas opções disponíveis no banco nos momentos decisivos.

Ederson, Caio Henrique, Neymar e Igor Thiago representam algumas das últimas decisões importantes que Carlo Ancelotti terá de tomar antes da convocação final.

Os amistosos de março devem trazer respostas. Alguns jogadores vão fortalecer sua candidatura. Outros verão o sonho da Copa escapar.

Para a Seleção Brasileira, a contagem regressiva para 2026 já começou.

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