Esporte News Mundo
·29. Mai 2026
PSG x Arsenal: prováveis escalações, arbitragem, onde assistir, retrospecto e palpite

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A espera terminou. Amanhã, a Puskás Aréna, na Hungria, será o palco do jogo mais importante da temporada europeia. De um lado, o Paris Saint-Germain, o atual campeão europeu que procura consolidar uma dinastia com o bicampeonato. Do outro, o Arsenal, que volta a uma final após 20 anos de jejum e sonha com a “Orelhuda” inédita.
O confronto de amanhã tem um sabor especial de desforra. Na temporada passada, as duas equipas encontraram-se nas semifinais, e o PSG levou a melhor nos dois jogos: 1 a 0 em Londres e 2 a 1 em Paris. O equilíbrio é a marca registrada deste duelo. Em sete jogos oficiais, são duas vitórias para cada lado e três empates.
O Arsenal chega com a melhor defesa da competição (apenas 4 golos sofridos no mata-mata), enquanto o PSG ostenta o ataque mais criativo, liderado pela velocidade de Dembélé e Barcola.
Hegemonia Inglesa ou Francesa? Se o Arsenal vencer, será o 7º clube inglês a conquistar a Europa. Se o PSG vencer, torna-se o primeiro clube francês a ser bicampeão consecutivo, algo que nem o histórico Marselha conseguiu.
Brasil na Final: A “tradicional” presença brasileira está garantida. Teremos um duelo direto de zagueiros da Seleção: Marquinhos e Beraldo (PSG) contra Gabriel Magalhães (Arsenal). Gabriel Martinelli e Gabriel Jesus também são armas de Mikel Arteta.
Os dois treinadores espanhóis, Luis Enrique e Mikel Arteta, devem manter as estruturas que os trouxeram até aqui:
PSG (Téc: Luis Enrique):
Donnarumma; Hakimi, Marquinhos, Willian Pacho (ou Beraldo) e Nuno Mendes; Vitinha, João Neves e Fabián Ruiz; Ousmane Dembélé, Bradley Barcola e Gonçalo Ramos (ou Désiré Doué).
Arsenal (Téc: Mikel Arteta):
David Raya; Ben White (ou Jurriën Timber), Saliba, Gabriel Magalhães e Riccardo Calafiori; Declan Rice, Thomas Partey e Martin Ødegaard; Bukayo Saka, Gabriel Martinelli e Kai Havertz (ou Trossard).
O favoritismo nas casas de apostas recai ligeiramente sobre o PSG, pelo peso da experiência recente em finais e pelo título conquistado no ano passado. No entanto, o Arsenal de Arteta provou ser uma “rocha” defensiva capaz de anular os ataques mais potentes da Europa.
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