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·17. Februar 2026
Sem Everton Ribeiro, veja as opções de Ceni para o Bahia contra o O’Higgins

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·17. Februar 2026

O técnico Rogério Ceni terá seu maior desafio tático neste início de temporada para a estreia do Bahia na Libertadores. Sem poder contar com Everton Ribeiro, que cumpre suspensão, o comandante tricolor precisará encontrar uma solução para manter a criatividade do time em Rancagua.
A ausência do camisa 10 impacta diretamente no estilode jogo da equipe, obrigando o treinador a apostar em peças com características de maior intensidade física ou preenchimento de espaço, perdendo em refino técnico.

Foto: Rafael Rodrigues / EC Bahia
Com a suspensão do veterano e a ausência de Michel Araújo — que está entregue ao departamento médico e poderia ser o titular na função de armador —, duas opções surgem com força,
O volante Erick aparece como um forte candidato, impulsionado por mais início de 2026 com destaque, onde já balançou as redes três vezes. Sua entrada daria ao Bahia um meio-campo mais combativo e com maior poder de infiltração na área adversária.
Por outro lado, Rodrigo Nestor oferece um estilo mais próximo da articulação, com perfil de jogo capaz de conduzir a bola e distribuir o jogo pelos lados do campo.
Uma vez que Nestor já conhece o sistema de Ceni, e substituiu Everton Ribeiro em inúmeras oportunidades em 2025, pode é outra escolha possível.

Foto: Letícia Martins / EC Bahia
Desde sua chegada ao Bahia, em 2024, Caio Alexandre rapidamente se notabilizou como o jogador da saída de bola do Bahia. Atuando como primeiro volante, ele é o jogador capaz de iniciar a construção de jogo ainda no campo de defesa, qualidade esta que o técnico Rogério Ceni não abre mão.
Para atuar com Acevedo, Caio precisaria subir no campo e jogar mais perto dos atacantes, função que o faria perder a condição de construtor a partir da defesa, sua principal característica de jogo.
Além disso, pesa o fato de que Ceni em nenhum momento utilizou Acevedo e Caio Alexandre juntos, levando em consideração ainda que um é o substituto natural do outro na posição de frente de zaga.
Independentemente de quem for o escolhido, o Bahia entrará em campo com um desenho tático ligeiramente alterado. Sem a pausa e o drible curto de Everton Ribeiro, o Esquadrão deve apostar em transições mais rápidas, aproveitando especialmente os pontas Ademir e Kike Olivera.
O desafio é traduzir o bom momento vivido no Brasileirão e no Baianão para o clima hostil da Libertadores.
O triunfo recente sobre o Vasco mostrou a capacidade de vencer jogos fora de casa mesmo sob pressão e este é o ponto em que o Bahia se apega para a partida no Chile.
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