Leonino
·12. Juni 2026
Só cinco resistem à revolução de Rui Borges no Sporting

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·12. Juni 2026

Faltam cerca de duas semanas para que o Sporting regresse à Academia Cristiano Ronaldo, em Alcochete, para iniciar os trabalhos de preparação tendo em vista a temporada 2026/27. Tendo em conta as trocas que este mercado pode proporcionar, poucas são as certezas do plantel definitivo que Rui Borges terá à disposição.
Contratado para substituir João Pereira após os maus resultados conseguidos, o técnico, no Sporting desde o final de 2024, enfrentou um “teste de fogo”, logo na sua primeira partida. Os verdes e brancos, receberam e venceram o Benfica, por 1-0, com um golo de Geny Catamo, que daria início à caminhada rumo à conquista do bicampeonato.
No entanto, num ano e meio, quase tudo mudou. Da sua primeira aposta para o onze inicial, já saíram Franco Israel (para o Torino), Jeremiah St.Juste (para o Feyenoord), Matheus Reis (para o CSKA Moscovo), Hidemasa Morita (terminou contrato), Geovany Quenda (para o Chelsea) e Viktor Gyökeres (para o Arsenal). No banco estavam Conrad Harder (para o Leipzig), Vladan Kovacevic (para o Norwich City), Henrique Arreiol (para o Legia Varsóvia) e Marcus Edwards (para o Burnley).
Neste momento, os únicos que resistem a esta revolução são Eduardo Quaresma, Ousmane Diomande, Morten Hjulmand, Geny Catamo e Francisco Trincão, e os suplentes Iván Fresneda, Zeno Debast, Maxi Araújo, João Simões e Mauro Couto.
No entanto, este mercado de verão pretende agitar ainda mais a estrutura dos leões. Com 60 milhões já investidos, Rodrigo Zalazar, Issa Doumbia, Silas Andersen e Pedro Lima são reforços certos e, o mais certo é que não fique por aqui. No sentido inverso, muitos são os jogadores que não entram nas contas de Rui Borges. Também Morten Hjulmand - uma saída quase certa do plantel - deverá obrigar a estrutura leonina a ir ao mercado.
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