Jogada10
·21. Mai 2026
Talento, títulos e magia: o legado dos maiores craques do Brasil em Copas

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Resta menos de um mês para a Copa do Mundo de 2026, o maior torneio de futebol do planeta. Ao longo de sua história, a Seleção Brasileira contou com inúmeros craques, que marcaram seus nomes com a amarelinha e deixaram um legado. Assim, o Jogada10 relembra alguns os principais astros que se destacaram em Copas e conquistaram o coração do torcedor brasileiro. Seja pelo talento com a bola no pé, personalidade em campo ou títulos e recordes.
Entre eles, estão nomes como de Pelé, maior atleta do século XX, assim como os de Garrincha, Romário, Ronaldo, Nilton Santos, Leônidas da Silva, entre outros. Craques que deixaram suas marcas na história dos Mundiais e sempre são lembrados pelos torcedores.

Leônidas da Silva em ação – Foto: Wikicommons/Domínio Público
Considerado por muitos como o primeiro grande ídolo do futebol brasileiro, o atacante contribuiu para revolucionar o esporte pelo mundo. Apelidado de Diamante Negro, ele se destacava pelo improviso, tanto que popularizou a bicicleta no futebol e brilhou com a camisa da Seleção na Copa do Mundo de 1938, na França. Neste Mundial, estufou a rede em 7 oportunidades, tornando-se o primeiro brasileiro a ser artilheiro na história deste torneio. Naquela edição, o Brasil fez uma grande campanha, ficando com o terceiro lugar.
Nascido no bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, o eterno jogador, de origem humilde, deu o pontapé inicial em sua carreira pelo Bonsucesso. O ex-jogador, então, teve destaque com as camisas de Flamengo e São Paulo ao longo da gloriosa carreira. Após se aposentar, trabalhou como comentarista esportivo e personalidade do rádio, algo que ajudou a aproximar ainda mais o futebol do público brasileiro.

Ademir, o Queixada, veio de Pernambuco para brilhar pelo Vasco e pela Seleção – Foto: Revista O Globo Sportivo
Conhecido como “Queixada”, Ademir foi um dos maiores atacantes da história do futebol brasileiro, sobretudo nas décadas de 1940 e 1950. Afinal, o ex-jogador foi artilheiro da primeira Copa do Mundo realizada no Brasil, em 1950, com 9 gols, recorde que permaneceu por longos anos. Apesar do Maracanazo, com a derrota para o Uruguai na decisão, o atacante chamou a atenção naquela edição, com capacidade de definição de jogadas e mobilidade constante.
Brilhou intensamente em clubes como Sport Recife e Fluminense. Entretanto, foi com a camisa do Vasco que se tornou histórico, ao fazer parte do eterno “Expresso da Vitória”, uma das formações mais lendárias da história do clube carioca, nos anos 40 e 50. Com a Cruz de Malta no peito, conquistou diversos títulos estaduais e o Campeonato Sul-Americano de Campeões de 1948, competição considerada precursora da Libertadores.

Pelé, o maior atleta do século XX, eterno “Rei do Futebol” – Foto: Domínio público
Maior atleta do século XX, Édson Arantes do Nascimento era dono de uma técnica refinada, inteligência e incrível capacidade de fazer gols. Com a camisa da Seleção Brasileira entrou para a história do esporte ao conquistar as Copas do Mundo de 1958, 1962 (se lesionou durante a campanha) e 1970 (sendo o maior destaque daquela geração). No primeiro mundial, na Suécia, encantou o mundo com atuações decisivas e gols históricos.
Nascido em Três Corações, o ex-jogador iniciou sua carreira no Santos e por lá chamou a atenção por seu talento com a bola nos pés. Conquistou títulos nacionais e continentais, como a Taça Brasil e a Libertadores e também o Mundial Interclubes. Reunia qualidades que o fizeram ser uma referência global: “O Rei do Futebol”. Tanto que atuou como embaixador do futebol, participou de campanhas sociais e chegou a ocupar cargo de ministro do Esporte no Brasil depois da carreira.

Garrincha é uma das maiores lendas do futebol brasileiro e mundial – Foto: Arquivo/Botafogo FR
Anjo das pernas tortas, o ex-jogador foi uma das maiores referências de futebol arte na história da Seleção. Com dribles desconcertantes, velocidade e uma habilidade incomparável, o ponta direita brilhou nas Copas de 1958, na Suécia, e de 1962, no Chile, dois dos cinco títulos do Brasil. Neste segundo, assumiu o protagonismo de vez após a lesão de Pelé e liderou a Seleção rumo ao então bicampeonato. Em 1998, foi escolhido, em votação de jornalistas do mundo inteiro, para a seleção de todos os tempos da Fifa.
Dentro de campo, superou a adversidade das pernas tortas e encantava com dribles curtos, mudanças rápidas de direção e facilidade para desmontar defesas inteiras. Descoberto pelo Botafogo, conquistou títulos estaduais, com um futebol alegre, irreverente e imprevisível. Fora do gramado, teve uma vida marcada por dificuldades pessoais, problemas financeiros e alcoolismo, assim como seu relacionado com a cantora Elza Soares.

Didi foi bicampeão mundial com a Seleção Brasileira – Foto: Reprodução
Fundamental nas conquistas das Copas do Mundo de 1958, na Suécia, e 1962, no Chile, o meio-campista se destacava por sua inteligência e tranquilidade com a bola nos pés. Elegante e com refino técnico, tinha visão de jogo, passes precisos e ficou conhecido pela criação da “folha seca”, tipo de cobrança de falta em que a bola caía repentinamente, algo que surpreendia os goleiros da época.
Nascido em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, foi mais um brasileiro a superar as adversidades financeiras da juventude e ascender socialmente pelo futebol. Ajudou o Fluminense a conquistar títulos importantes, mas também teve uma passagem de sucesso pelo Botafogo e no Real Madrid. Após encerrar a carreira, também trabalhou como treinador, quando comandou o Fluminense, na “Máquina Tricolor”, de 1975 e 1976 e ajudou o Peru a se classificar para a Copa do Mundo de 1970.

Nilton Santos foi um dos maiores laterais-esquerdos da história – Foto: Acervo CBF
Conhecido como “A Enciclopédia do Futebol” pela inteligência tática e conhecimento do jogo, destacou-se nas conquistas das Copas do Mundo de 1958, na Suécia, e 1962, no Chile. Foi um dos precursores na posição de lateral-esquerdo no futebol mundial, sendo responsável por revolucionar as características e funções em campo. Afinal, apoiava constantemente o ataque sem perder a segurança e consistência defensiva. Também esteve nos elencos dos Mundiais de 1950, no Brasil, e 1954, na Suíça.
Toda sua carreira profissional foi construída no Botafogo, clube pelo qual se transformou em um dos maiores ídolos da história. Fez parte de gerações históricas no Glorioso, ao lado de craques como Garrincha, Didi e Zagallo, com diversos títulos. Deixou um legado enorme e leva seu nome eternamente no estádio do Alvinegro, em Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro.

Amarildo se destacou pela Seleção Brasileira na Copa de 1962 – Foto: Leandro Lopes / CBF
Conhecido como “O Possesso”, o atacante ganhou destaque por substituir Pelé após a lesão do camisa 10 durante a Copa do Mundo de 1962, no Chile, que culminou no bicampeonato da Seleção Brasileira. Assim, estufou a rede em duas oportunidades contra a Espanha na fase de grupos, essenciais para a classificação brasileira. Ele ainda marcaria mais um gol nesta Copa, justamente nas semifinais contra os donos da casa, que o Brasil venceu por 4 a 2.
Dessa forma, sua carreira profissional ganhou destaque também no Botafogo, onde atuou ao lado de craques como Garrincha, Didi e Nilton Santos. Afinal, por lá, era um jogador de movimentação intensa no ataque e com capacidade de decidir jogos importantes. Fora do país, atuou no Milan, Fiorentina e Roma, todos da Itália, sendo um dos brasileiros mais respeitados no futebol europeu nos anos de 1960.

Zagallo marcou história com a camisa da Seleção Brasileira – Foto: Acervo CBF
O eterno Velho Lobo marcou história com a camisa da Seleção Brasileira, tanto como jogador, quanto treinador. Dentro das quatro linhas, foi um ponta esquerda bicampeão nas Copas de 1958, na Suécia, e 1962, no Chile, com disciplina tática e dedicação coletiva. Anos depois, comandou o Brasil no tricampeonato de 1970, no México, naquele que é considerado o melhor elenco que já vestiu a amarelinha na história. em 1994, no tetra nos Estados Unidos, foi coordenador técnico e voltou ao comando em 1998, na França.
Tornou-se, então, um dos maiores símbolos do futebol brasileiro e o primeiro homem a conquistar a Copa do Mundo como jogador e treinador. Fez sucesso principalmente no Flamengo e no Botafogo, ao conquistar títulos importantes e formar gerações históricas ao lado de craques como Garrincha, Didi e Nilton Santos. Supersticioso e sempre ligado ao número 13, deixou seu nome marcado no futebol brasileiro com frases marcantes (“Vocês vão ter que me engolir”) e títulos.

Jairzinho foi um dos grandes nomes da Copa do Mundo de 1970 – Foto: Domínio Público
Um dos principais destaques daquela geração , que conquistou o tricampeonato com a Seleção Brasileira em 1970, no México. Conhecido como o “Furacão da Copa”, chamou atenção pela força física, velocidade e poder de decisão. Naquela edição do maior torneio de seleções, entrou para a história ao marcar gols em todos os jogos daquela campanha vitoriosa, feito raro em Mundiais. Ao lado de Pelé, Tostão, Rivellino e Gérson, foi peça fundamental daquela campanha.
Mais um jogador que também se destacou no Botafogo, onde se transformou em ídolo. Por lá jogou ao lado de Paulo César Caju, Roberto Miranda e Carlos Roberto e ajudou a manter a equipe carioca entre as mais fortes do futebol brasileiro na ocasião. Após deixar o Glorioso, também atuou em clubes da França, Venezuela e Estados Unidos. Nesse sentido, quando pendurou as chuteiras, trabalhou como treinador e participou de projetos de formação de jovens atletas.

Gerson Canhotinha de Ouro na Copa do Mundo de 1970 – Foto: Divulgação / FIFA
Conhecido como “Canhotinha de Ouro”, foi um dos maiores meio-campistas da história da Seleção Brasileira. Dono de uma visão de jogo excepcional, passes e lançamentos precisos e grande capacidade de organização, teve papel fundamental na conquista da Copa do Mundo de 1970, no México. Na decisão contra a Itália, foi responsável por marcar um dos gols da vitória brasileira por 4 a 1. Antes disso, havia disputado o Mundial de 1966, na Inglaterra, em que o Brasil teve campanha e preparação tumultuadas.
Nascido em Niterói, iniciou a carreira no Flamengo, onde rapidamente se destacou. Anos depois, brilhou com as camisas de Botafogo, Fluminense (clube de seu coração) e São Paulo. com títulos e atuações memoráveis. A facilidade para inverter jogadas e encontrar companheiros em posições decisivas era considerada muito à frente do seu tempo. Fora das quatro linhas, se consolidou como comentarista de rádio e televisão, com personalidade forte e opiniões sinceras.

Tostão em ação com camisa da Seleção Brasileira – Foto: Arquivo CBF
Um dos grandes atacantes da história da Seleção Brasileira e peça fundamental na conquista da Copa do Mundo de 1970, no México, Dono de inteligência tática, técnica refinada e grande visão de jogo, destacou-se por atuar de forma coletiva com uma grande geração. Ao atuar ao lado de Pelé, Jairzinho, Rivellino e Gérson, formou um dos ataques mais famosos da história do futebol, sendo importante tanto pelos gols quanto pela movimentação e construção ofensiva.
A trajetória do ex-atacante teve início no futsal do Cruzeiro e, posteriormente, no departamento de futebol do clube, onde se tornou um dos principais ídolos do clube. Com a camisa da Raposa, conquistou cinco títulos do Campeonato Mineiro, mas foi na Taça Brasil de 1966 que chamou a atenção ao impedir o sexto título seguido do Santos de Pelé e levar a taça para Minas Gerais. Em 1973, se transferiu para o Vasco, mas por conta de um problema ocular, teve que encerrar a carreira. Dessa forma, fora de campo, se formou em Medicina, mas também atuou como comentarista e cronista esportivo.

Rivellino foi uma das maiores estrelas da Seleção Brasileira – Foto: Domínio Público
Conhecido pelo chute potente, habilidade nos dribles e precisão nas cobranças de falta, também se destacou no tricampeonato da Seleção Brasileira na Copa de 1970, no México. Nesse sentido, contribuiu diretamente com gols, assistências e jogadas decisivas. Assim, o meio-campista também participou das Copas de 1974, na Alemanha, e 1978, na Argentina, mantendo-se como um dos principais nomes do futebol brasileiro naquele período.
Iniciou a carreira no Corinthians, clube onde se transformou em um dos maiores ídolos da história. Mesmo em um período sem grandes títulos nacionais, o ex-jogador encantava os torcedores pela qualidade técnica e pela capacidade de decidir partidas. Após deixar o Timão, também brilhou no Fluminense, ao participar da chamada “Máquina Tricolor”, equipe histórica dos anos 1970. Ficou eternizado como um dos principais representantes do “elástico”, movimento técnico que confundia os marcadores e se tornou uma de suas marcas registradas.

Carlos Alberto Torres marcou a lateral-direita da mais importantes geração da Seleção Brasileira – Foto: Acervo CBF
Tem seu nome eternamente ligado à história da Seleção Brasileira. Afinal, é considerado um dos maiores laterais-direitos de todos os tempos, que chamava a atenção pela liderança, elegância em campo e inteligência tática. Fez um dos gols (o quarto) na final contra a Itália, que culminou no tricampeonato do Brasil em 1970, no México, sendo eternamente lembrado pelos torcedores.
Iniciou sua carreira no Fluminense, onde rapidamente ganhou projeção nacional. Em 1967, transferiu-se para o Santos e por lá viveu uma das fases mais importantes da carreira na época dourada do Peixe. Também teve passagem pelo Flamengo, onde conquistou o Campeonato Carioca, e depois retornou ao Fluminense. No fim da carreira, atuou nos Estados Unidos pelo New York Cosmos, e como treinador ganhou títulos pela dupla Fla (Brasileiro 1983)-Flu (Carioca 1984) e no Botafogo (Conmebol 1993).

Leão esteve em quatro Copas do Mundo pela Seleção Brasileira – Foto: Arquivo / CBF
Único goleiro da lista, construiu uma das carreiras mais marcantes da história da posição no futebol brasileiro. Dono de personalidade forte, liderança e estilo explosivo, participou de quatro Copas do Mundo: 1970 (reserva de Félix), 1974 (titular), 1978 (titular) e 1986 (reserva). Nos Mundiais de 1974, na Alemanha, e de 1978, na Argentina, o arqueiro ganhou reconhecimento internacional pelas grandes defesas e pela segurança transmitida ao time.
Nascido em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, iniciou sua carreira no Palmeiras, onde se transformou em ídolo. Além disso, atuou por Corinthians, Grêmio e outros clubes brasileiros. Dessa forma, depois de pendurar as chuteiras, exerceu o cargo de treinador, com passagens por São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Santos, sendo o comandante do título brasileiro do Peixe, em 2002.

Zico durante a Copa do Mundo de 1982, disputada na Espanha – Foto: Reprodução/FIFA
Maior ídolo da história do Flamengo, Arthur Antunes Coimbra marcou época nos anos 1980, com títulos, visão de jogo e cobranças magistrais de falta. Com a camisa da Seleção Brasileira, faltou um título da Copa do Mundo, que não veio em 1982, na Espanha, e em 1986, no México, mas nada que diminua o legado e a carreira do ex-jogador. Pelo Rubro-Negro, se transformou em rei, com quatro títulos brasileiros, um intercontinental, uma Libertadores e sete Cariocas.
Ao longo da carreira, o Galinho de Quintino teve uma passagem pela Udinese, da Itália, e marcou o seu nome na terra do sol nascente. Iniciou sua aventura no futebol japonês, com a camisa do Sumitomo Metals, em 1991, e por lá ajudou a profissionalizar e popularizar este esporte no país, o transformar o modesto clube no atual Kashima Antlers. Voltou à Seleção em 1998, na França, como Coordenador Técnico e foi treinador da seleção japonesa.

Falcão com a camisa da Seleção Brasileira – Reprodução/Instagram
Um dos maiores camisas 8 da história do futebol brasileiro, Paulo Roberto Falcão era dono de um futebol elegante, técnico e inteligente, sendo ídolo do Internacional. Foi um dos líderes da geração que disputou as Copas de 1982, na Espanha, e 1986, no México, comandada por Telê Santana. O meio-campista, no entanto, não conseguiu evitar a eliminação para os italianos, mesmo tendo marcado um dos gols daquela fatídica partida.
Além dos três títulos brasileiros que o alçou a uma das referências no Colorado, levou seu estilo de jogo ao Roma e por lá recebeu a alcunha de “Rei”. Foi peça fundamental, sendo um líder nato na conquista do Campeonato Italiano da temporada 1982/83, título muito celebrado pela torcida romanista. Depois de pendurar as chuteiras, trabalhou como comentarista esportivo e treinador, o comandar a própria seleção, de forma interina, em 1990.

Sócrates foi um dos maiores meio-campistas da história da Seleção Brasileira – Foto: Divulgação / FIFA
Ídolo eterno do Corinthians, o Doutor foi um dos maiores meio-campistas da história do futebol brasileiro. Convocado para as Copas do Mundo de 1982 e 1986, o meio-campista ficou conhecido pelo talento refinado, visão de jogo e liderança em campo, sendo capitão de uma lendária geração. Apesar da eliminação para a Itália, em 1982, aquele grupo de atletas sempre é lembrado pelo futebol ofensivo e envolvente.
Ao todo, Sócrates disputou 63 partidas pela Seleção Brasileira e marcou 25 gols, consolidando seu nome como um dos grandes jogadores da história do país, com refino técnico e visão de jogo. Fora de campo, destacou-se como um dos maiores ícones políticos, intelectuais e sociais da história do esporte, na luta pela redemocratização do Brasil e na defesa do protagonismo dos atletas.

Romário foi o grande astro do Brasil na Copa do Mundo de 1994 – Foto: Divulgação / FIFA
Considerado um dos maiores atacantes de todos os tempos, o baixinho construiu uma trajetória marcante com a camisa amarelinha. Revelado pelo Vasco, o ex-jogador sempre foi conhecido por seu faro de gol, sobretudo o bom posicionamento dentro da área e exímia tranquilidade nas finalizações. Com a camisa amarela, foi o grande nome da conquista do tetracampeonato em 1994, nos Estados Unidos, formando uma dupla cheia de sintonia com Bebeto.
Além disso, se destacou em clubes como PSV Eindhoven, Barcelona, Flamengo, Fluminense e Vasco, sempre deixando a marca de um verdadeiro artilheiro. Assim, fora das quatro linhas, esbanjava personalidade forte, com declarações e atitudes polêmicas. Quando encerrou a carreira, teve ligações com o América-RJ, clube do coração de seu pai, e se tornou político, ao ser eleito Deputado Federal e depois Senador, pelo Rio de Janeiro.

Bebeto formou uma dupla histórica com Romário na Seleção Brasileira – Foto: Chris Cole/Allsport/Getty Images/Hulton Archive
Dono de habilidade e inteligência tática, o ex-jogador formou uma dupla histórica com Romário na conquista do tetra em 1994, nos Estados Unidos. Marcou um dos gols mais emblemáticos da competição, ao comemorar com o gesto de embalar um bebê em homenagem ao filho recém-nascido. Disputou também os Mundiais de 1990 e 1998 e esteve nos elencos que venceram a Copa América em 1989 e 1997.
Nascido em Salvador, começou a carreira no Vitória, mas ganhou projeção nacional ao marcar o gol do título brasileiro do Flamengo em 1987. Também teve destaque em outros dois clubes cariocas, Vasco e Botafogo. Fora do país, atuou pelo Deportivo de La Coruña, onde deixou a sua marca e conquistou a Copa do Rei 1994/1995 e a Supercopa da Espanha em 1995. Após se aposentar, foi eleito Deputado Estadual, pelo Rio de Janeiro, em três mandatos.

Ronaldo foi o grande nomes da Seleção Brasileira na Copa de 2002 – Foto: Divulgação / FIFA
Conhecido como Fenômeno, o ex-atacante se destacava por suas arrancadas em velocidade, com explosão, técnica e poder de finalização, Pela Seleção, esteve no grupo do tetracampeonato em 1994, mas se destacou mesmo quatro anos depois, em 1998. Contudo, um episódio marcou sua carreira, quando teve uma convulsão horas antes da final contra a França e por pouco não conseguiu estar em campo. O jogador até disputou aquela decisão, mas sem a força característica para impedir o triunfo azul por 3 a 0.
No ciclo para o Mundial de 2002, Ronaldo teve uma grave lesão no joelho direito, quando defendia as cores da Inter de Milão, da Itália, em 1999. Durante este período, lutou bravamente contra as estatísticas para chegar em condições de estar na família Scolari e conseguiu com maestria. Em campo, fez uma Copa brilhante, com 8 gols, e o penta sobre a Alemanha. Era o atleta com mais gols em Copas: 15 (1994, 1998, 2002 e 2006), mas foi superado por Klose. Assim, foi eleito o melhor jogador do mundo em 1996, 1997 e 2002 (Bola de Ouro).

Rivaldo em ação com a camisa da Seleção Brasileira – Foto ANTONIO SCORZA/AFP via Getty Images
Com um estilo mais reservado, calado e introspectivo, o meio-campista era dono de um chute potente, grande técnica e habilidade nas jogadas decisivas. Ao brilhar com as camisas de Palmeiras e Barcelona, o ex-jogador disputou as Copas do Mundo de 1998 e 2002, com destaque em ambas. Na primeira, viu a França ficar com o título sob seus domínios, mas na Coreia do Sul e no Japão, foi um dos melhores atletas daquele Mundial, que culminou no penta.
Nascido em Recife, teve uma história de superação ao enfrentar dificuldades financeiras e crescer através do talento e do esporte. Em 1999, venceu a Bola de Ouro e o prêmio de Melhor Jogador do Mundo da FIFA Após a aposentadoria, passou a investir em projetos ligados ao futebol e administração de clubes, além de acompanhar a carreira do filho, Rivaldinho, também jogador profissional.

Ronaldinho Gaúcho com a camisa da Seleção Brasileira – Rafael Ribeiro/CBF
Dono de um talento inquestionável com a bola no pé, o ex-jogador chamou a atenção do mundo quando surgiu no Grêmio, com habilidades e irreverência. Talentoso e sempre com um sorriso no rosto, foi vendido ao Paris Saint-Germain, antes de chegar ao auge com a camisa do Barcelona. Na Seleção Brasileira, impressionou desde os primeiros minutos, com dribles desconcertantes, como o chapéu contra a Venezuela e um verdadeiro golaço.
O bruxo, como carinhosamente é apelidado, formou a trinca de “R” com Ronaldo e Rivaldo, que levou o Brasil ao penta. Naquela campanha, fez mágica contra David Seaman, em uma cobrança de falta que ficou eterna no coração dos torcedores, pelas quartas de final. Ronaldinho também a Copa América, em 1999, e a Copa das Confederações, em 2005., assim como disputou o Mundial de 2006. É o único que conquistou a Copa do Mundo (2022), Champions (2005/2006 pelo Barcelona), Libertadores (2013 pelo Atlético-MG) e foi eleito o melhor do mundo (2004 e 2005).

Roberto Carlos em ação com a camisa da Seleção Brasileira – Foto: Reprodução
Dono de um potente chute, cercado de efeito, o ex-jogador foi um dos maiores laterais-esquerdos da história da Seleção Brasileira. Dotado de velocidade explosiva e força física, esteve presente em três Copas diferentes: 1998, 2002 e 2006. Foi peça fundamental no pentacampeonato na Coreia do Sul e no Japão, com suas cobranças de falta de longa distância e papel tático no sistema defensivo do técnico Luiz Felipe Scolari. Em 2006, não marcou Henry, no gol da França, que eliminou o Brasil daquele Mundial.
Iniciou a carreira no União São João de Araras, mas logo se transferiu para o Palmeiras, onde se destacou e chegou à Seleção. Além disso, teve uma passagem pela Inter de Milão, antes de chegar ao seu auge com a camisa do Real Madrid e seus galácticos, com títulos da La Liga e da Champions. Dessa forma, após a aposentadoria, trabalhou como embaixador de clubes, comentarista e treinador em algumas equipes.

Cafu se destacou com liderança e dedicação na Seleção Brasileira – Foto: Acervo-CBF
Liderança, dedicação e resistência física eram as características que mais chamavam a atenção de um dos maiores laterais-direitos da história da Seleção. Afinal, o ex-jogador disputou quatro Copas consecutivas: 1994, 1998, 2002 e 2006, com dois títulos. Capitão do pentacampeonato na Coreia do Sul e no Japão, foi o último atleta a ter o prazer de erguer a taça do Mundial com a camisa amarela da Seleção.
Antes da consagração, foi rejeitado em diversas peneiras de clubes paulistas. De família humilde, teve perseverança para chegar aos profissionais do São Paulo, em uma das fases mais vitoriosas da história do clube. Em seguida, construiu uma carreira sólida na Europa, em clubes como Roma e Milan. Nesse sentido, criou projetos sociais voltados para jovens em situação de vulnerabilidade e frequentemente participa de ações beneficentes ligadas ao esporte.

Neymar em ação pela Seleção Brasileira – Foto: Lucas Figueiredo/CBF
Convocado para a quarta Copa do Mundo de sua carreira, o atacante terá a última chance de erguer a taça. Dono de grande habilidade, velocidade e criatividade, o camisa 10 do Santos disputou os Mundiais de 2014, no Brasil, 2018, na Rússia, e 2022, no Qatar, sendo protagonista de diferentes gerações. Com a amarelinha, conquistou a Copa das Confederações de 2013 em cima da Espanha e a inédita medalha de ouro olímpica nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, sobre os alemães. Assim, é, atualmente, o maior artilheiro da história da Seleção com 79 gols.
Revelado pelo Santos, conquistou a Libertadores em 2011, ao encerrar um longo jejum da equipe paulista. No futebol europeu, brilhou com a camisa do Barcelona ao lado de Lionel Messi e Luís Suárez, com títulos nacionais e da Champions League 2014/15. Depois, se transferiu para o Paris Saint-Germain e Al-Hilal, antes de retornar ao Peixe e ter a oportunidade de estar na lista do técnico Carlo Ancelotti para 2026, nos Estados Unidos, México e Canadá.
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