Técnico do Corinthians vê saldo positivo em empate contra o Santa Fé, fora de casa, na Libertadores | OneFootball

Técnico do Corinthians vê saldo positivo em empate contra o Santa Fé, fora de casa, na Libertadores | OneFootball

In partnership with

Yahoo sports
Icon: Central do Timão

Central do Timão

·7. Mai 2026

Técnico do Corinthians vê saldo positivo em empate contra o Santa Fé, fora de casa, na Libertadores

Artikelbild:Técnico do Corinthians vê saldo positivo em empate contra o Santa Fé, fora de casa, na Libertadores

Por Fabio Luigi / Redação da Central do Timão

O Corinthians encarou, na noite da última quarta-feira (6), o Santa Fé, da Colômbia, no Estádio Alfredo Schürig, Fazendinha, pela quarta rodada da fase de grupos da Conmebol Libertadores de 2026, e ficou apenas no empate pelo placar de 1 x 1. O gol do Alvinegro foi marcado pelo zagueiro Gustavo Henrique, aos 48 do segundo tempo. A igualdade deixou a equipe corinthiana com 10 pontos, ocupando a liderança do Grupo E – três vitórias e um empate – sete gols marcados e um sofrido.


OneFootball Videos


Alguns minutos depois do apito final, o técnico Fernando Diniz concedeu entrevista coletiva à imprensa e fez uma análise da partida, elogiando a partida da equipe mesmo em um contexto de altitude de mais de 2 mil metros em Bogotá. O comandante também ressaltou a importância do zagueiro Gustavo Henrique nas jogadas de bolas paradas, respondeu sobre a ‘mística corinthiana’, fez um balanço do seu primeiro mês no Parque São Jorge, elogiou Jesse Lingard e projetou o Majestoso do próximo domingo (10), às 18h30 (de Brasília), em Itaquera, pela 15ª rodada da competição nacional.

Artikelbild:Técnico do Corinthians vê saldo positivo em empate contra o Santa Fé, fora de casa, na Libertadores

Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

Confira abaixo todas as respostas de Fernando Diniz na entrevista coletiva:

Análise da partida, saldo positivo pelo contexto da altitude

“A administração da altitude tem que ser feita. Não tem como, aí no final foi na superação. Aqui são 200 metros a menos que Quito. Vocês que estão aí, vocês devem ter andado na rua, subido escada e sabem que não é uma coisa comum. Não é igual jogar no nível do mar. É difícil jogar aqui, porque eles acertam quase todos os cruzamentos, acertam quase todos os chutes. acerta passe longo. Era um jogo com características muito diferentes e os jogadores se superaram muito, principalmente na parte final do jogo. A gente acabou abrindo mais o time.”

“E a gente não merecia, de forma alguma, nem a torcida. levar uma derrota para casa. A gente jogou bem, a gente soube controlar o jogo. A gente teve posse, a gente soube baixar para jogar. Porque toda hora ficar jogando com bola longa era um jogo que favorecia muito eles. A bola fica muito viva e eles levam vantagem nesse tipo de jogo. Então, eu acho que o time está de parabéns. pelo entendimento do jogo e principalmente pela garra. pela representatividade. que o time teve em relação ao que é ser Corinthians.”

Jogadas áreas do Corinthians e a importância de Gustavo Henrique neste aspecto

“Eu acho que é uma combinação das duas coisas. Hoje a gente fez uma jogada lá com todo mundo dentro da área para tentar distrair a marcação logo no primeiro escanteio que teve. Mas tem muito método do Gustavo. E, então, jogador. Não é que ele tem só altura. Tem um monte de jogadores até mais altos que ele. mais altos que ele, que não consegue ter o desempenho que ele tem. Ele faz gol porque ele tem carisma para fazer o gol, ele vai acreditando, ele tem técnica de cabeceio. E é um jogador que está fazendo muita coisa pelo Corinthians desde quando ele chegou.”

“E não foi uma bola parada. Aquele momento a gente rearrumou o time. para poder ficar com mais posse no ataque. A gente sabia que ia acabar saindo, tendo chance de ser gol de cruzamento, porque eles baixaram muita gente. E o Pedro Raul e o Gustavo ficaram ali na área e a gente teve. Teve o gol e teve outra chance que a gente podia ter marcado. A gente não merecia, de forma alguma, sair com o resultado de derrota hoje.”

“Eu acho que hoje teve muita variação. O time hoje jogou de maneiras diferentes, jogou com bola longa, jogou com aproximação de um lado do outro, jogou com circulação. teve penetração pelos dois lados do campo, teve chute fora da área. Então, hoje, para quem assistiu o jogo. Tenho olhos para ver. vai conseguir enxergar muita coisa, até muito mais do que deveria com o meio de trabalho. Mas hoje não foi um gol de bola parada, foi um gol de bola aérea, não foi bola parada não, foi uma bola trabalhada, a gente estava no ataque, o Gustavo já estava naquela posição, ele ficou ali os últimos 10, 12 minutos já na posição de centroavante, junto com o Pedro, e acabou aproveitando o cruzamento do Matheus.”

Balanço do primeiro mês de trabalho no Corinthians – cinco vitórias, três empates e uma derrota – 10 gols marcados e três sofridos

“Eu acho que é um mês bastante positivo e teve muita coisa de Corinthians. Acho que a estreia foi cara de Corinthians, o jogo contra o Palmeiras mais ainda, jogar com dois a menos no Clássico. Depois o jogador expulso contra o Vasco, ganhou um jogo com o jogador a menos. E hoje também foi mais um desses jogos que com a cara da do time, com a cara da instituição, cara de corintiano mesmo. Foi muito bom o jogo de hoje. De fato, a gente merecia sair do jeito que foi. Acho que o Matheuzinho também. Está fazendo grandes partidas, ele fez um ótimo cruzamento e o Gustavo foi muito feliz no cabeceio.”

Como recuperar a confiança de André Luiz?

“Eu já falei do André em outras ocasiões, é um talento muito grande. que está aprendendo a jogar em todos os cenários. Hoje foi um jogo que tinha muita bola que tinha que tocar de primeira, não segurar tanto a bola. Ele é um jogador que tem mais forte a capacidade que ele tem de reter a bola e conseguir arrastar. Então, hoje era o jogo que estava pedindo um jogo com menos toque na bola e mais mobilidade. Eu acho que isso foi uma coisa que eu falei. Eu orientei um pouco ele e o Raniele, que a gente estava nos volantes, estavam ficando Isso é um efeito da altitude. Nenhum jogo a gente ficou assim. O volante saía para fazer uma cobertura de um lado, o outro volante demorava para fechar. Provavelmente a origem. o gol deles, ter acontecido isso. A bola ter entrado daquele jeito. tinha um vazio ali que não é comum. É muito difícil jogar na altitude. E aí Em Quito também é muito difícil, na paz é mais difícil ainda, mas aqui também não é um jogo igual, não é parecido como jogar o nível do mar. Tem uma dificuldade adicional.”

Espírito corinthiano de lutar até o final

“Foi uma experiência muito rica hoje. Eu acho que o gol naquele momento foi a celebração de um time que não desiste. Você vê que o time, somente nos minutos finais, aos 15 minutos finais, estava jogando em uníssono com a torcida. A torcida não parava, o time não parava. O time jogou com muita coragem essa parte final, não ficou desorganizado. Foi muito bom. Um dia especial. A gente vai, embora seja um resultado de empate. muita gente vai lembrar desse jogo de hoje.”

Invencibilidade na Libertadores somando trabalhos por Fluminense e Corinthians

“Para mim é um motivo de alegria, obviamente que eu não fico pensando nesses números, mas espero que ele Consiga aí. estender isso o máximo possível. E muito bom construir um pouco mais e cada vez mais essa invencibilidade aqui no Corinthians.”

Atuação de Jesse Lingard e partidas do inglês sob seu comando

“A gente conversou, mas não teve nada especial. Falar a verdade, o Jesse fez uma das melhores partidas. Hoje. Se você considerar a dificuldade do jogo, que é jogar na altitude, talvez tenha sido o melhor jogo dele. Porque contra o Peñarol foi muito bem também, mas a equipe estava no mundo. um dia muito inspirado. Hoje ele foi muito importante, ele fez jogadas decisivas e, por incrível que pareça, foi um jogador que terminou bem. No final do jogo ele tinha gás. É aquela coisa que eu falo, o jogador não é só músculo e osso. E até aproveitando aquilo que eu falei como gancho. Você vê que a gente Alguém poderia falar que no jogo de Mirassol, a gente repetiu o time de quinta para domingo e podia ter poupado, porque ia cansar, o jogador podia lesionar. E hoje a gente colocou os mesmos jogadores para jogar, jogar na altitude, ainda com viagem super longa. E não que isso é certo ou errado. É só para não ter uma redução do que o jogador é um pacote de músculo e de osso.”

“O Lingard mesmo é um exemplo claro disso que aconteceu hoje. Ninguém esperava que ele fosse conseguir se adaptar tão bem e terminar a partida de hoje vindo de uma sequência. Ele que fazia um tempo também, quando ele chegou no Curitiba, estava sem jogar. Então tem muitas questões que a gente não tem uma explicação para dar. para o fenômeno do futebol, como os jogadores conseguem jogar, como conseguem suportar. Tem jogador que você pode botar um jogador que tá tudo controlado e machucar ou sentir o jogo. E esse era um relato que eu queria fazer para pontuar, porque às vezes quando acontece alguma coisa, vem algum desavisado, mas também repetir o time. Então a gente vai levando em consideração um monte de coisa. O departamento de fisiologia do clube é ótimo. e a gente do departamento de performance, departamento médico também, a gente vai conversando e reunindo o maior número de elementos possíveis para a gente poder tomar as melhores decisões.”

Projeção do clássico Majestoso contra o São Paulo, em Itaquera, pelo Brasileirão

“Esse jogo para nós é extremamente importante e todo mundo sabe, por ser um clássico e principalmente pela nossa situação na tabela. Então a gente vai procurar recuperar bem os jogadores agora e colocar o que tivermos de melhor para a partida de domingo.”

Impressum des Publishers ansehen