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·30. Mai 2026

“Tinha esperança de que o FC Porto ficasse com Terem Moffi”

Artikelbild:“Tinha esperança de que o FC Porto ficasse com Terem Moffi”

Simon Zenke, antigo avançado nigeriano, deu este sábado uma entrevista ao portal Footy-Africa, na qual lamentou que o FC Porto tenha decidido não avançar para a contratação definitiva de Terem Moffi, que deverá, assim, regressar ao Nice, clube com o qual tem contrato válido até junho de 2027.

“O Moffi teve uma oportunidade quando saiu para o FC Porto, mas não correu da maneira que muitas pessoas esperavam. Eu tinha esperança de que o FC Porto ficasse com ele, mas, aparentemente, não vai acontecer. Ainda assim, é um jogador muito bom, e vimos vislumbres da qualidade dele, uma vez mais, no jogo da Nigéria contra o Zimbabué, para a Unity Cup”, afirmou.


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O ex-futebolista de clubes como Strasbourg, Samsunspor ou Dínamo Bucareste referia-se ao particular disputado na passada terça-feira, no The Valley Stadium, em Londres, que terminou com triunfo da Nigéria por 2-0, selado com dois golos de Femi Azeez… ambos a contar com assistência de Terem Moffi.

“A acutilância está a voltar, e eu tenho a certeza de que ele vai arranjar outro clube. Não o aconselho a ficar no Nice, porque aquela relação parece já estar quebrada, e vai ser difícil de reparar. Com o tempo que tem de contrato, acredito que ainda possa encontrar-se uma solução. França é um bom país para ele, e talvez outro clube da Ligue 1 possa dar-lhe uma oportunidade. Espero que isso aconteça”, acrescentou.

A (infeliz) experiência de Terem Moffi no FC Porto

Terem Moffi, recorde-se, chegou ao FC Porto no último mercado de inverno, para colmatar o vazio deixado no plantel às ordens do treinador italiano Francesco Farioli pelas graves lesões sofridas por Luuk de Jong, que também já viu a saída oficialmente confirmada, e Samu Aghehowa.

O internacional nigeriano procurava, então, sair do Nice, depois de ter sido um dos jogadores agredidos pelo grupo de cerca de 400 adeptos que invadiu o centro de treinos do clube, e acabou por ser emprestado, num acordo que incluía uma opção de compra fixada em oito milhões de euros.

No entanto, esta passagem acabou por não decorrer como o próprio esperava, já que, apesar de ter terminado com a conquista do título de campeão nacional, só conseguiu somar dois golos e uma assistência em 15 jogos, sob o comando de um treinador que já conhecia da passagem deste pelo Allianz Riviera, em 2023/24.

FC Porto ‘revoluciona’ o ataque

As saídas de Terem Moffi e Luuk de Jong inserem-se, de resto, na verdadeira ‘revolução’ que a direção liderada por André Villas-Boas está a realizar no plantel do FC Porto, em particular na frente de ataque, que se revelou especialmente problemática para Francesco Farioli ao longo da temporada desportiva de 2025/26, entretanto concluída.

Tal como foi noticiado pelo Desporto ao Minuto, na sexta-feira, os novos campeões nacionais já negoceiam, em sentido inverso, o regresso de André Silva, internacional português que termina contrato com o Elche e que deixou o Estádio do Dragão no verão de 2017, rumo ao AC Milan, por perto de 40 milhões de euros.

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