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·3 April 2025

Agressores de porteiro de Villas-Boas apanham até 6 anos de prisão

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Os quatro jovens que agrediram o vigilante do condomínio do presidente do FC Porto, André Villas-Boas, em novembro de 2023, foram condenados a penas de prisão efetiva que variam entre quatro a seis anos. Um dos condenados recebeu uma pena de quatro anos e seis meses, outro de cinco anos e seis meses, e os restantes foram sentenciados a seis anos. Durante a leitura do acórdão no Tribunal de São João Novo, no Porto, o presidente do coletivo de juízes esclareceu que todas as penas são efetivas, uma vez que as agressões ao vigilante do condomínio de André Villas-Boas são consideradas “inaceitáveis”.

Um dos condenados recebeu uma pena de quatro anos e seis meses, outro de cinco anos e seis meses, e os restantes foram sentenciados a seis anos de prisão efetiva.


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Durante a leitura do acórdão, o presidente do coletivo de juízes sublinhou que as penas são todas efetivas, dado que as agressões ao vigilante do condomínio de André Villas-Boas “não são toleráveis”.

“O grau de intensidade da violência exercida sobre a vítima é inaceitável, não podemos tolerar isso, por isso, a mensagem tem de ser firme”, afirmou o magistrado.

Conforme a acusação, os quatro suspeitos, com idades entre os 18 e 22 anos, planejaram, na madrugada de 22 de novembro de 2023, a apropriação de “o máximo” de objetos e dinheiro que conseguissem, além de vandalizar carros e lojas na cidade do Porto, “recorrendo mesmo a agressões físicas”.

Assim, em várias zonas do Porto, em particular na área da Foz, os arguidos apropriaram-se de bens e dinheiro de dois estabelecimentos comerciais e de vários veículos, danificando-os com um martelo, conforme é destacado.

Na mesma madrugada, os suspeitos deslocaram-se até à residência do presidente do FC Porto, André Villas-Boas, que na altura era candidato à presidência dos ‘dragões’, agrediram o vigilante do condomínio e furtaram-lhe o telemóvel e o carro, que foram utilizados para cometer alguns dos furtos, esclareceu.

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