Jogada10
·9 June 2026
Atacante dos Estados Unidos fala sobre disputar a Copa do Mundo em casa: “Ficha ainda não caiu”

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A ansiedade pela estreia na Copa do Mundo de 2026 é algo que atinge todas as 48 seleções classificadas para a competição. No entanto, para três delas a espera é ainda mais especial: México, Canadá e Estados Unidos, os países-sede do torneio.
Os Estados Unidos, que recebem uma Copa do Mundo 32 anos depois, vive também a expectativa de fazer uma grande campanha, principalmente por contar com jogadores bastante talentosos. Um desses jogadores é Folarin Balogun, do Monaco.
O atacante concedeu entrevista coletiva e falou sobre a expectativa de atuar em uma Copa do Mundo pela primeira vez na carreira. Sendo assim, o jogador também destacou a ansiedade de poder debutar em um Mundial justamente atuando “em casa”.
“Sinto que minha trajetória individual está se completando agora, às vésperas da Copa do Mundo. Principalmente com a Copa do Mundo acontecendo aqui, a oportunidade de representar meu país diante da torcida será algo especial para mim, para minha família, para meus amigos e para a equipe. Então, estou muito ansioso e orgulhoso”, disse o jogador.

Folarin Balogun com a camisa 20 dos Estados Unidos (Photo by Aric Becker / AFP)
Balogun admitiu que ainda não “caiu na real” sobre a proximidade de disputar uma Copa do Mundo em seu próprio país, representando as cores da sua nação. O atacante brincou e valorizou a chance única na carreira.
“A ficha ainda não caiu. Acho que vai cair quando eu estiver me alinhando e me preparando para entrar em campo e ouvir os torcedores gritando e vibrando. Com certeza, acho que vai ficar mais real conforme a data se aproximar, mas esta é a minha primeira oportunidade de jogar uma Copa do Mundo. Então, não tenho muitas expectativas e estou apenas tentando me manter presente, viver o momento e absorver tudo”, afirmou.
O jogador do Monaco, da França, também falou sobre a relação da seleção dos Estados Unidos com os torcedores, principalmente pelo crescimento recente do interesse da população com o futebol.
“Como eu disse antes, é como fechar um ciclo, poder me apresentar no maior palco e retribuir o carinho dos fãs. É algo que estou ansioso para fazer, e estou muito feliz por ter essa oportunidade. Lembro-me apenas da imensa demonstração de apreço dos torcedores. Eu não tinha noção da dimensão do futebol aqui nos Estados Unidos. Sentir essa energia toda é algo inspirador para mim”, finalizou.
Sendo assim, a estreia dos Estados Unidos na Copa do Mundo acontece na próxima sexta-feira, dia 12 de junho, diante do Paraguai, na primeira rodada do Grupo D, às 22h (horário de Brasília), no SoFi Stadium, em Los Angeles.







































