Jogada10
·10 April 2026
Atuações do Botafogo contra o Caracas: sabor de derrota

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·10 April 2026

O pesadelo continua. Para o Caracas, goleada. Para o Botafogo, uma derrota bem amarga. Assim, o cronista mais atento pode resumir o empate de 1 a 1 desta quinta-feira (9), no Estádio Nilton Santos, pela rodada inaugural da fase de grupos da Copa Sul-Americana. Veja, na sequência, como a Coluna do Léo Pereira avaliou o desempenho dos alvinegros.
RAUL – Espalmou uma e não pegou a outra. 50% de aproveitamento durante a primeira parte do espetáculo. Voltou a defender mais dois chutes em cima dele no segundo tempo – NOTA: 6,0
VITINHO – Não cumpriu as obrigações defensivas e ainda enrolou-se na frente a ponto de a torcida pegar no pé. Chegou a escorregar sozinho de forma patética. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Ponte – NOTA: 2,0
BASTOS – Instável. Perdeu o tempo dos botes algumas vezes. Em outras, teve bom senso de recuperação. Amarelado, ficou no limite e perdeu alguns duelos. Parece ter atingido o teto em 2024. Não é mais o Palanca Negra daquele ano – NOTA: 3,5
BARBOZA – Impediu ataques e contra-ataques do Caraca, quando os venezuelanos se insinuavam. Muito bem nos desarmes e na imposição física. Seguro, “zagueirou” muito bem – NOTA: 7,0
ROQUE – Nervoso no início, procurou afunilar o jogo pelo meio e acabou cedendo posse de bola ao Caracas. Pouco assertivo ofensivamente. Perdeu, no segundo tempo, a vaga para Hernández – NOTA: 4,0
ALLAN – Deixou o meio de campo do Caracas bater a carteira para proporcionar um ataque promissor aos visitantes. Deixou a defesa desprotegida em alguns momentos – NOTA: 4,0
DANILO – Novamente, começa uma partida em ritmo lento. Errou passes e inversões em um número acima da média. Mas buscou o jogo, melhorou a qualidade das tabelas e obrigou o goleiro do time venezuelano a trabalhar. Ainda assim, pouco para o futebol de quem vai para a Copa – NOTA: 5,5
MONTORO – Centralizado, pegou pouquíssimo na bola e não foi o armador como Franclim imaginava. Impressionante a sua queda de rendimento. Mudou de posição, mas seguiu sem brilho – NOTA: 3,0
SANTI – Muitas vezes, tentou sair driblando e enfileirando a defesa do Caracas sozinho. É óbvio que arrumou pouca coisa. Poderia buscar melhores associações. Sendo assim, perdeu a vaga para Barrera, no segundo tempo do cotejo – NOTA: 4,0
MARTINS – Quase não levou perigo no um contra um. Na verdade, perdeu todas. Ineficiente, mas regular. Erra tudo o que tenta. Saiu, assim, no intervalo, para a entrada de Cabral – NOTA: 2,0
JÚNIOR SANTOS – Na chance mais clara do Botafogo durante o primeiro tempo, chutou fraco. Não se encontrou na função de “9”. De volta à ponta, criou pouco e não bagunçou a defesa venezuelana conforme a torcida esperava. Cedeu a vaga a Kadir, durante a etapa final – NOTA: 4,5
CABRAL – Na primeira chance que teve ao entrar em campo, guardou. É o papel do centroavante. Retomou o gosto pelo ofício. Acertou, depois, um chutaço na trave – NOTA: 7,5
PONTE – Não melhorou a parte ofensiva do lado direito. Mandou uma pedrada de volta quando tentaram o “dá e entra”com ele – NOTA: 3,5
HERNÁNDEZ – Esforçado, tirou algumas bolas atrás, mas não teve muita presença ofensiva – NOTA: 5,0
BARRERA – Torto, não conseguiu concluir as jogadas e chegar à linha de fundo. Desperdiçou inúmeros ataques para o Glorioso. Um deles cara a cara com o goleiro. Péssimo – NOTA: 1,0
KADIR – Mergulhou no vazio e não conseguiu superar os zagueiros adversários – NOTA: 4,5
TÉCNICO: FRANCLIM CARVALHO – Com posse de bola infrutífera, o Botafogo passou o primeiro tempo inteiro sem incomodar o possante Caracas. Um time com pouca vibração e objetividade. Inadmissível ir para o intervalo com 0-1. Inventou Júnior Santos de centroavante e corrigiu a besteira durante o intervalo. Ao menos, tirou rápido de campo quem estava atrapalhando mais do que ajudando – NOTA: 5,0









































