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·6 March 2026

Atualização do caso Piffero tem condenação de ex-centroavante do Inter

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O rebaixamento do Internacional para a Série B do Campeonato Brasileiro, em 2016, não teve apenas repercussão dentro de campo. Uma série de denúncias foram feitas apontando irregularidades financeiras ao longo da gestão do então ex-presidente Vitorio Piffero. Desde então, o Ministério Público vem avaliando e julgando todos os supostos envolvidos.

Conforme detalhado pelo jornal “Correio do Povo”, uma nova sentença foi realizada na última quinta-feira. Desta vez, a 2ª Vara Estadual de Processo e Julgamento dos Crimes de Organização Criminosa e Lavagem de Dinheiro de Porto Alegre condenou sete pessoas por lavagem de dinheiro, esquema de fraudes e tentativa de atrapalhar as negociações.


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Dentre os condenados, um nome acabou surpreendendo o torcedor. Trata-se do ex-centroavante Christian, que teve duas passagens pelo Beira-Rio. Outro nome forte na época, que foi condenado, é Marcelo Freitas, então vice-presidente jurídico do Internacional. De acordo com a atual fase da investigação, os sete envolvidos causaram prejuízos acima de R$ 260 mil aos cofres do Colorado.

Conforme a denúncia do Ministério Público, o antigo vice-presidente aproveitou-se do cargo para incluir cláusulas ilegais nos contratos de atletas, resultando no desvio de dinheiro. A partir das negociações trabalhistas ilegais, também foram realizadas contratações de serviços jurídicos externos. Para completar, documentos falsos chegaram a ser criados para atrapalhar as investigações.

Desta forma, Marcelo Freitas foi condenado a 14 anos de prisão em regime fechado. O ex-centroavante Christian, por sua vez, recebeu uma pena de reclusão de 6 anos, que pode ser cumprida em regime semiaberto. Além disso, os condenados precisam devolver ao Inter os valores desviados, com juros e correção monetária.

“A defesa respeita a decisão judicial proferida. Contudo, discorda do seu conteúdo e reafirma a inocência do atleta Christian Corrêa Dionísio. O recurso cabível será apresentado dentro do prazo legal e buscará, respeitosamente, reformar a sentença de primeiro grau”, disse um dos representantes de Christian ao “Correio do Povo”.

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