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·15 April 2026
Brasil volta a enfrentar os EUA nesta quarta em segundo amistoso em Riverside

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·15 April 2026

A Seleção Brasileira Sub-20 finalizou, na tarde nesta terça-feira (14), a preparação para o segundo amistoso contra os Estados Unidos no centro de treinamento do Kansas City Current, em Riverside (EUA). A partida está marcada para esta quarta-feira (15), às 16h (de Brasília), no Riverside Stadium.
Após dias de ajustes em solo norte-americano, a equipe chega para o confronto com foco em evoluir o desempenho ofensivo e equilibrar o jogo físico diante de uma das principais potências do futebol feminino. A treinadora Camilla Orlando destacou a necessidade de transformar o volume de jogo em chances mais claras de gol.
“Apesar de termos tido um bom volume ofensivo, acho que precisamos finalizar mais, criar oportunidades mais reais. Precisamos melhorar um pouco o nosso jogo ofensivo”, destacou.

Treinadora Camilla Orlando em último treino antes do duelo contra os EUA no Riverside Stadium Créditos: Fabio Souza / CBF
Além da produção no ataque, a comissão técnica também buscou ajustes para que a equipe consiga competir em igualdade nas disputas físicas e ter mais controle com a bola.
“A gente precisa entender melhor a força do jogo aqui contra elas, e que isso não seja uma diferença. Que a gente consiga dominar mais o jogo com a bola, mas também o jogo físico. Acho que temos capacidade para isso”, analisou a treinadora.
Intercâmbio e aprendizado
Mesmo com correções pontuais ao longo da preparação, a ideia é manter a base e, ao mesmo tempo, abrir espaço para novas opções dentro da equipe.
“Não vamos mudar muito, mas queremos dar uma oportunidade mais real para outras jogadoras entrarem nesse jogo também”, afirmou.

Seleção Brasileira Sub-20 finalizou a preparação no CT do Kansas City Current para segundo amistoso contra os EUA Créditos: Fabio Souza / CBF
A integração entre atletas que atuam no Brasil e aquelas que já vivenciam o futebol norte-americano como Juju Harris, Giovana Canali e Isabela Puccinelli, também foi vista por Camilla como um ganho importante para o grupo.
“Foi uma troca muito rica. Essas jogadoras trouxeram experiência, e também puderam sentir um pouco do nosso jeito brasileiro. Isso mostra como o futebol é global e como é importante unir essas culturas”, contou.
O período nos Estados Unidos também serviu como termômetro importante para o nível de exigência que a Seleção encontrará pela frente, especialmente pensando na disputa do mundial em setembro. Camilla ressaltou o aprendizado proporcionado pelos dias de trabalho e convivência.
“Foi muito importante para a gente entender como está evoluindo o futebol feminino aqui (nos EUA), que é um país que investe muito. Conseguimos ter uma noção melhor do que vamos enfrentar no mundial”, finalizou.









































