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Revista Colorada

·17 February 2026

CBF bateu o martelo e Inter pode receber menos dinheiro no fim de 2026

Article image:CBF bateu o martelo e Inter pode receber menos dinheiro no fim de 2026

Ter dinheiro é fundamental para qualquer clube de futebol, aqui no Brasil isso ainda é mais importante. Entretanto, uma decisão tomada pela CBF pode fazer o Internacional receber menos grana no caixa no final da temporada 2026.

A Confederação Brasileira de Futebol anunciou um ajuste no valor máximo destinado ao campeão da Copa do Brasil de 2026. O teto de premiação passou a ser de R$ 99,25 milhões, cifra inferior aos R$ 101 milhões pagos na temporada anterior. Ou seja, caso vença a competição no final da temporada, o Inter vai receber menos dinheiro em caixa comparado com o Corinthians, vencedor em 2025.


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O Atual campeão, o Corinthians recebeu R$ 97,79 milhões pelo título mais recente, valor abaixo do limite máximo justamente, mas isso aconteceu pelo fato do time paulista não ter iniciado sua participação desde as primeiras fases do torneio.

Esse cenário tende a se repetir com equipes da Série A, que entram apenas em etapas posteriores, diminuindo a possibilidade de alcançar a bonificação máxima — algo mais provável apenas para clubes que disputam a competição desde o início.

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Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

Mudança importante envolvendo a remuneração aos finalistas

Para 2026, também houve leve aumento na premiação destinada aos finalistas. O vice-campeão passará a receber R$ 34 milhões, enquanto o campeão embolsará R$ 78 milhões somente pela decisão.

A entidade manteve o modelo de pagamentos progressivos por fase, com valores que crescem conforme o avanço no torneio, embora a pequena redução global esteja ligada ao aumento no número de participantes, agora 126 clubes.

A partir da quinta fase, quando entram os times da elite nacional, inclusive o Inter, todas as equipes passam a receber quantias iguais por etapa: R$ 2 milhões na quinta rodada e nas oitavas de final, R$ 4 milhões nas quartas e R$ 9 milhões nas semifinais. Na final, a diferença entre semifinalistas e finalistas volta a crescer de forma significativa, reforçando a estratégia de valorizar a decisão da competição.

A evolução das premiações ao longo dos últimos anos evidencia o crescimento financeiro do torneio, que tem distribuído cifras cada vez maiores aos campeões — consolidando a Copa do Brasil como uma das competições mais lucrativas do calendário nacional.

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