Jogada10
·22 July 2026
Ceni vê Bahia perto da vitória e mira evolução como visitante: “Ponto importante”

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O Bahia reagiu na segunda etapa e buscou o empate por 1 a 1 com o Atlético-MG, nesta terça-feira (21), na Arena MRV, pela 19ª rodada do Brasileirão. Ruan Tressoldi abriu o placar para o Galo no primeiro tempo, mas Ademir deixou tudo igual para o Tricolor após o intervalo. Na entrevista coletiva após a partida, o técnico Rogério Ceni valorizou a reação da equipe e destacou os aspectos positivos da atuação.
Dessa forma, o treinador lembrou que o Esquadrão Tricolor ficou perto da vitória no último lance do jogo. Na ocasião, David Duarte acertou o travessão em uma cabeçada e deu um susto em Everson.
“Jogo parelho, equilibrado. Começamos sofrendo, depois nos encontramos. Segundo tempo fomos bem superiores. Tivemos essa última grande chance do jogo com o David, faltou muito pouco para o gol. Acho que foi um jogo bem jogado, muitas finalizações, muita energia e entrega dos jogadores dos dois lados”, analisou.
“Uma pena não ter saído esse gol no final, um gol que nos colocaria no G4. Mas é um ponto importante, acho que fizemos o segundo tempo melhor que o primeiro e tivemos as oportunidades para fazer o segundo gol. Seguimos trabalhando, acho que mostramos que fizemos um bom jogo contra uma boa equipe. Mais coisas positivas que qualquer outra coisa”, acrescentou.

Rogério Ceni antes do empate do Bahia com o Atlético – Foto: Catarina Brandão/EC Bahia
Ceni também afirmou que o elenco precisa ganhar mais confiança para conquistar melhores resultados como visitante. Além disso, elogiou o desempenho do Bahia no segundo tempo e ressaltou a evolução da equipe após o intervalo.
“Acho que temos que acreditar mais na gente. Temos um bom time, mas fora de casa muitas vezes deixamos de acreditar em nosso potencial. Em material de mudanças táticas, teve a entrada o Marcos Vitor, que fez o David Duarte ir para a esquerda por causa da lesão do Mingo. Mas o jeito do time jogar não mudou. No primeiro tempo erramos muito na construção”, frisou.
“No segundo tempo tivemos índices melhores de acerto de passe, de construção. As trocas nos deram mais energia também, mas mudamos pouco a característica de jogo. Acho que precisamos acreditar mais em nós, como acreditamos no segundo tempo. No segundo tempo teve mais conexão, mais troca de passes por dentro, jogamos mais perto do nosso futebol”, finalizou.







































