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·25 April 2026
Contra a SAF? Olten afirma que movimento de exclusão contra ele é por conta de estudo de SAF

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Contra a SAF? Olten afirma que movimento de exclusão contra ele é por conta de estudo de SAF

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Em entrevista à Rádio TMC, Olten Ayres falou sobre o pedido de sua exclusão feito pelo Presidente Harry Massis do clube. E ele justificou que é por conta da SAF:
“O que eu tenho a dizer é o seguinte, na realidade eu nomeei uma comissão de reforma estatutária para modernizar o estatuto do clube e dessa maneira possibilitar outras alternativas ao São Paulo que viabilizem uma maior governança. Por exemplo, a questão de mudar o voto para voto secreto, a questão de abrir a possibilidade de se criar uma estrutura de empresa, de futebol empresa.
Não é criar o futebol empresa, é abrir a possibilidade. E outros temas que a comissão de reforma estatutária deve propor, não sou eu que proponho. E quando isso aconteceu, ele pertence a um grupo que não quer que as reformas do São Paulo aconteçam e ele se apegou a uma questão de uma substituição de uma comissão legislativa que tinha 30 dias para emitir um parecer de um pedido de reforma do Casares de dezembro do ano passado e que só emitiu esse parecer depois que a comissão de reforma estatutária foi nomeada.
E aí emite um parecer no dia 8 de abril, dizendo que não pode haver nenhuma reforma. Ou seja, a comissão legislativa, que é uma comissão exclusivamente de assessoria e de opinativa, emite uma opinião tentando bloquear as reformas dentro do clube. O que nós fizemos, porque esse parecer foi completamente fora de prazo, nós não aceitamos o parecer e nomeamos uma nova comissão de reforma estatutária.
Com base nisso, eles, juntamente com alguns, principalmente uma pessoa específica, que é da comissão de reforma estatutária, acabou pedindo a minha exclusão do clube por ter nomeado uma nova comissão de reforma estatutária e por ter estabelecido uma nova comissão legislativa para emitir o parecer. Então, na realidade, é uma briga exclusivamente por aqueles que querem reformar o São Paulo e aqueles que não querem reformar o São Paulo. E sobre a gestão temerária, que ele também aponta? Ele diz que a minha gestão temerária… Primeiro, isso já é uma coisa impossível, porque o deliberativo não exerce nenhum cargo de gestão.
O deliberativo delibera, não tem gestão. Então, foi assim que ele arranjou uma causa de pedir que não tem nenhum fundamento. E aí ele alega que o fato de eu não aceito parecer fora de prazo me coloca na situação de descumprir o estatuto e estar praticando uma gestão temerária.
E alega também que o prazo que é estabelecido no estatuto não é um prazo impositivo, é um prazo sugestivo. Ora, que prazo em uma lei, em uma norma, que não é impositivo? Eu sou advogado, se eu não cumpro os prazos processuais, eu perco todas as minhas condições de reclamar e de me defender. E dizer que o prazo dentro de um estatuto é meramente sugestivo e não é impositivo me parece que beira quase os limites do absurdo.”
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