Central do Timão
·31 January 2026
Felipe avalia final da Supercopa entre Corinthians e Flamengo

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·31 January 2026

Corinthians e Flamengo decidem o título da Supercopa do Brasil neste domingo (01), às 16h (horário de Brasília), no estádio Mané Garrincha, em Brasília.
O confronto reúne dois dos elencos mais tradicionais do país e também desperta memórias em quem vestiu as duas camisas. É o caso do goleiro Felipe, que falou sobre a expectativa para a final e revisitou sua trajetória nos clubes.

Foto: Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians
Em conversa com o Bolavip Brasil, o jogador destacou o tamanho do duelo e o histórico recente de encontros decisivos entre as equipes, ressaltando o equilíbrio que marca o confronto.
“Eu projeto a final como sendo um grande jogo, né? São duas grandes equipes, as duas maiores torcidas do país, que nos últimos anos já vêm se enfrentando em decisões. Já se enfrentaram em decisões da Copa do Brasil, quartas ou semifinais da Libertadores, então já tem essa rivalidade bastante grande. Qualquer um pode levar”, afirmou.
Com passagens marcantes tanto pelo Corinthians quanto pelo Flamengo, Felipe explicou que o sentimento para a final é inevitavelmente dividido, mas revelou qual lado pesa mais em um duelo direto entre os dois clubes.
“Não tem como o coração não ficar dividido nesse momento, né? São duas equipes onde tive a felicidade de jogar bastante tempo, de conquistar títulos. Joguei com grandes jogadores, mas todos sabem, nunca foi algo que escondi, que sempre fui flamenguista desde criança. Nasci no Rio de Janeiro, minha família é toda do Rio, então contra todo mundo que o Corinthians jogar, vou estar sempre torcendo a favor do Corinthians. Mas contra o Flamengo, pesa um pouquinho, o coração um pouquinho mais flamenguista. Não tem como não ter essa mudança, né?”, declarou.
No Corinthians, Felipe viveu um dos períodos mais simbólicos da história recente do clube. Contratado em 2007, esteve presente no rebaixamento à Série B, mas também participou diretamente da retomada esportiva, que culminou com os títulos da própria segunda divisão, do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil, em 2009. Ao recordar esse momento, o goleiro destacou a virada institucional do clube.
“Peguei praticamente o início ali. Da mudança do Corinthians ali depois do rebaixamento e da chegada do Ronaldo, da entrada do Andrés (Sánchez)… O Corinthians era um até 2007, quando caiu. Voltou depois que o Ronaldo chegou ao Corinthians, mudou muito”, relembrou.
Já no Flamengo, Felipe acompanhou um cenário oposto no início, mas que também passou por profunda transformação administrativa e esportiva ao longo dos anos seguintes.
“Já o Flamengo estava com dívidas, sem conseguir pagar, com times limitados, mas o Bandeira assumiu e eu lembro que nas primeiras reuniões dele, ele falou que o Flamengo, em cinco, seis anos, viraria potência. Muitos não acreditavam. Pude pegar essa mudança dos dois e ambos, sem sombra de dúvidas, estão muito melhores do que na época em que eu jogava lá”, completou.
Ao longo da carreira, Felipe somou 194 jogos pelo Corinthians antes de seguir para o futebol europeu, defendendo o Braga, de Portugal. Posteriormente, atuou por Flamengo, Figueirense, Bragantino, Boa Vista, Uberlândia, Kisvárda (Hungria), Botafogo-PB, Taubaté, Paraná, Capital CF, Santa Rosa e Sampaio Corrêa. Aos 41 anos, o goleiro segue em atividade e atualmente defende o Differdange, de Luxemburgo.
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