Zerozero
·21 July 2026
FIFA abre votação para melhor golo do Mundial: eis os 12 nomeados

In partnership with
Yahoo sportsZerozero
·21 July 2026

Com 308 golos marcados e uma média de quase três por jogo, a FIFA reuniu os 12 melhores golos do Mundial de 2026 para votação pública.
Entre os nomeados constam um golo cabo-verdiano, dois golos argentinos, duas jogadas coletivas, um dos golos que decidiram a medalha de bronze e o golo que decidiu o ouro da competição. Confira a lista e veja os golos abaixo
Pela Bósnia, o jovem Kerim Alajbegovic tirou dois defesas do Qatar do caminho e disparou com força fora de área, marcando o primeiro de três golos bósnios na vitória por 3-1 sobre os asiáticos.
No Marrocos-Haiti (4-2), Wilson Isidor desferiu um remate potente e cruzado diretamente ao ângulo da baliza de Bono, que não teve grandes chances de defesa.
Frente à RD Congo, Eldor Shomurodov assinou um chapéu perfeito ao guarda-redes a partir de um ângulo quase sem espaço, na derrota do Usbequistão contra a seleção africana.
No confronto diante do Irão, o neozelandês Elijah Just concluiu uma jogada coletiva com classe, mesmo que quase tivesse travado o golo com a própria mão. O jogo terminou com um empate a dois.
No empate do Japão sobre a Suécia (1-1), Daizen Maeda apareceu na área para finalizar mais uma bela jogada coletiva.
Kylian Mbappé, na vitória sobre o Senegal (3-1), apanhou a bola fora da área, de muito longe, e rematou pleno de intenção, batendo Mendy e tornando-se o melhor marcador da história da França.
Frente à Argélia, Lionel Messi encontrou espaço fora de área e rematou com força para a baliza de Luca Zidane, que apenas conseguiu desviar para dentro. Os argentinos venceram por 3-0.
No duelo com a Argentina (2-3), o cabo-verdiano Sidny Lopes Cabral fletiu da esquerda para o centro e colocou no ninho da coruja, sem chances para Dibu Martínez, que pouco podia fazer para travar aquele remate.
Pela Noruega contra o Brasil, Erling Haaland ajeitou a bola à entrada de área e disparou um remate rasteiro e fulminante a bater Alisson. Os vikings bateram a seleção canarinha por 2-1, culminando na eliminação da equipa de Ancelotti.
Nos quartos de final contra a Suíça (3-1), Julián Álvarez resolveu o jogo no prolongamento com um remate em arco de fora da área, sem hipóteses para Kobel.
No jogo do terceiro lugar com a França (4-6), Jude Bellingham arrancou desde o seu meio-campo, tirou Lacroix da frente com classe e rematou rasteiro, pelo meio das pernas de Upamecano, para o fundo da baliza de Maignan.
A fechar a lista, Ferran Torres finalizou com frieza no prolongamento da grande final contra a Argentina, carimbando o título mundial para Espanha. Recebeu um grande passe de cabeça de Nico Williams e não tremeu quando a seleção espanhola mais precisou.







































