Portal dos Dragões
·17 June 2026
Goalball do FC Porto assina temporada perfeita e leva todas as conquistas

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Fábio Oliveira fez a leitura de uma temporada completa da equipa de goalball do FC Porto com a serenidade de quem olha para o que foi construído e percebe a dimensão do todo: campeonato, taças e uma sensação de controlo sem fissuras. O capitão dos Dragões falou de um ano “mais especial”, da primazia do coletivo sobre qualquer troféu e do simbolismo de ver todas as conquistas entrarem no Museu FC Porto. No final, a ideia ficou clara: foi uma época para guardar por inteiro. E assegurou: “trouxemos tudo para casa”.
Com a temporada concluída e o palmarés fechado, Fábio Oliveira assumiu-se como porta-voz de um grupo que não se limitou a vencer: acumulou títulos e reforçou uma ideia de continuidade ganhadora. O capitão do FC Porto colocou menos ênfase no brilho isolado das conquistas e mais na identidade da equipa, numa mensagem que atravessa todo o balanço: antes dos troféus, esteve sempre o grupo.
Ao olhar para a dimensão desta campanha, o capitão azul e branco não escondeu que houve algo de diferente neste percurso. Mais do que ganhar, o FC Porto impôs-se com clareza e fez desse domínio a imagem de marca do ano.
“É sempre uma grande felicidade, mas este ano é mais especial porque não demos hipóteses aos nossos adversários e trouxemos tudo para casa.”, afirmou. “É sempre um orgulho, mas este ano sem dúvida que é especial.”
Nas palavras de Fábio Oliveira, percebe-se que a perfeição da época não resulta apenas da contagem dos troféus, mas também da forma como foram conquistados. O sentimento é de plenitude competitiva, e isso ajuda a explicar o peso emocional que o capitão atribui a esta temporada.
Quando a conversa saiu da vitrina e entrou no balneário, a resposta foi reveladora. Perante várias conquistas numa só época, Fábio Oliveira preferiu não criar hierarquias e devolveu o centro da narrativa à base de tudo.
“Todos os títulos têm a sua história e as suas especificidades, por isso destacaria o grupo em si e não os títulos.”
É uma frase que diz muito sobre a forma como este sucesso é entendido internamente. Num ano recheado, o capitão escolhe a construção coletiva como maior legado, como se cada taça fosse apenas a consequência visível de uma equipa que se reconheceu primeiro como unidade.
Houve ainda espaço para falar do momento em que os troféus passam a ter lugar definitivo no património do clube. A ida ao Museu FC Porto surgiu, assim, como mais do que um gesto simbólico: foi a confirmação de que esta equipa já deixou marca.
“É sempre bom sentir o reconhecimento por parte do Clube e é sempre bom saber que estamos a acrescentar história a um Clube que por si já é gigante.”, sublinhou. “Fazer parte dessa história é indescritível.”
Entre o orgulho do presente e o peso da memória, Fábio Oliveira desenhou o retrato de uma equipa que percebe exatamente o lugar que conquistou. Não foi apenas uma época vencedora; foi uma época que, nas palavras do capitão, já encontrou lugar na história do FC Porto.
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