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·13 July 2026

Guido Herrera vê Bahia como desafio na carreira e fala sobre influência de Ceni como técnico

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Guido Herrera estreou com a camisa do Bahia em amistoso neste último domingo (12), no Maracanã, e na tarde desta segunda-feira (13) concedeu a sua entrevista coletiva de apresentação, na sala de imprensa da Arena Fonte Nova.

O arqueiro argentino desembarcou em Salvador para a sua segunda experiência fora do seu país, sendo que na primeira ocasião jogou poucas partidas no futebol turco.


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Vindo de uma trajetória de mais de uma década defendendo o Talleres, Herrera garantiu que conhece o futebol brasileiro e o sul-americano como um todo por ter como hábito assistir aos jogos.

“Sou muito de assistir futebol de vários lugares e há muito tempo assisto ao futebol brasileiro, ao futebol sul-americano em geral”.

Nível dos goleiros do Bahia e desafio na carreira aos 34 anos

Sobre a sua chegada ao Bahia, ele afirma que vê o nível dos goleiros do elenco como bom e que disputar posição é um desafio para o qual está preparado.

“Sei que o Bahia tem um nível de goleiros muito bom. Notei em todos os dias em que pude treinar e é algo que me seduz também. Tomo como um desafio enorme. É certo que é um lugar que tem uma qualidade muito boa”.

Guido Herrera falou também sobre sua passagem pela Turquia, onde só jogou quatro partidas pelo Yeni Malatyaspor na temporada 2020/21. Quanto ao Bahia, ele reafirma que vê como um desafio importante para a sua carreira depois de tantos anos jogando pelo Talleres.

“Quando fui, era muito jovem. Era um lugar que não era o destino. Mas são negociações. Não me arrependo porque são experiências e tive aprendizados. Quando voltei ao Talleres, senti a felicidade de ter continuidade e muitas partidas. Depois terminei ganhando a faixa de capitão por muito tempo. No total foram 12 anos que, logicamente, sou muito agradecido ao Talleres; é o meu clube, é a minha casa. No entanto, também precisava de uma nova casa, de um novo desafio, de poder chegar a uma liga extremamente competitiva como é a brasileira”.

Influência de Rogério Ceni como treinador do Bahia: “um ponto extra”

Guido Herrera foi perguntado sobre a presença de Rogério Ceni como técnico do Bahia. Com uma carreira histórica como goleiro, pentacampeão mundial pela Seleção e campeão do mundo por clube, Ceni é visto como um “ponto extra” para o argentino.

“Obviamente que esse é um ponto extra, porque como goleiro não há o que falar sobre o que Rogério foi. Logicamente também que busco aprender. Até o último dia que se treina como profissional, estou preparado para aprender. E por ter um treinador que já foi goleiro, certamente teremos conversas das quais poderei aprender com ele, com Ronaldo, com todos os que estão aqui. Também vim aqui para aprender. Um dos meus desafios no futebol brasileiro é poder continuar crescendo. Mas, sim, (ter Rogério Ceni como técnico) é uma motivação extra”.

A garra do futebol argentino como tradição

Guido Herrera falou ainda sobre como enxerga a tradição de garra dos argentinos dentro de campo, citando como exemplo a própria seleção do seu país na Copa do Mundo de 2026.

“O argentino tem essa questão de quando não se pode jogar bem, tem essa garra, batalha de não dar nenhuma bola como perdida e muitas vezes termina conquistando o resultado. A Argentina tem sido um pouco assim na Copa do Mundo, sofrendo um pouco, mas também ganhando”.

Guido Herrera será inscrito no BID na próxima segunda-feira (20) e estará disponível para estrear a partir do jogo contra o Atlético-MG.

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