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·15 May 2026

Gustavo Henrique valoriza classificação, comenta retorno de Memphis e celebra marca histórica no Corinthians

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  1. Por Mirella Ramos / Redação da Central do Timão

O Corinthians garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil ao vencer o Barra por 1 x 0, na Neo Química Arena, na última quinta-feira (14). Após a classificação, o zagueiro Gustavo Henrique conversou com a imprensa e abordou diferentes temas do momento vivido pelo clube, desde a sequência da temporada até questões envolvendo Fernando Diniz, Memphis Depay e a chegada do filho às categorias de base do Timão.

Além da classificação, a partida também marcou uma data especial para o defensor, que alcançou a marca de 100 jogos com a camisa do Corinthians. O camisa 13 valorizou o feito e destacou a dificuldade de atingir números expressivos em um clube do tamanho do Timão.


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Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

“Ah, eu acredito que sim. A gente sempre sonha em vir aqui e conquistar coisas importantes, e eu tô muito grato a Deus, primeiramente, por essa conquista. É fruto de um trabalho árduo diariamente, e tô muito feliz por essa marca, uma marca muito difícil num clube gigante como esse, então não é fácil. Tô muito grato e espero continuar completando 150, 200, 300 jogos e representar bem essa camisa.”

O defensor também comentou a importância da classificação diante do Barra e reforçou que o elenco tratou o confronto com seriedade, mesmo diante de um adversário considerado de menor expressão nacional.

“A gente sabe que a Copa do Brasil é um campeonato muito traiçoeiro. A gente viu que teve times grandes que saíram da competição, então focamos muito nesse jogo. Sabíamos que ia ser complicado, porque o time do Barra é muito organizado, vem numa formação totalmente diferente do que a gente treinou, e isso acabou dificultando um pouco, deixando o jogo mais travado e mais lento. Eles conseguiram fazer um bom primeiro tempo.”

“No segundo tempo a gente mudou um pouco a postura. Eles também cansaram um pouco, tiveram algumas mudanças que começaram a destravar o jogo, e a gente começou a criar mais chances. Mas o principal era a classificação, e conseguimos alcançar esse objetivo.”

Questionado sobre a cobrança externa em jogos contra equipes de divisões inferiores, Gustavo reconheceu que o Corinthians entra em campo sempre com a obrigação de vencer, mas destacou a competitividade da Copa do Brasil.

“Quando a gente joga contra times menores, a mídia e a torcida falam que é obrigação. Na nossa cabeça acredito que tem que ser também, porque a gente representa um clube gigante. Com todo respeito ao Barra, a gente sabia que seria um jogo complicado. Dei até parabéns pro professor Bernardo, com quem trabalhei. É um time muito organizado, está na Série C e fazendo um bom campeonato também. Não tem jogo fácil. A gente viu times maiores sendo eliminados por equipes de divisões inferiores. O mais importante foi respeitar muito o Barra e conseguir essa classificação.”

Mesmo com as classificações encaminhadas na Libertadores e garantidas na Copa do Brasil, o zagueiro afirmou que o elenco ainda mantém o foco total nos próximos compromissos antes da pausa para a Copa do Mundo.

“A gente não está pensando muito no segundo semestre. Estamos pensando nos próximos jogos que ainda temos. Queremos terminar bem, porque sabemos que nossa situação no Brasileiro ainda é delicada. Lógico que acaba trazendo mais tranquilidade já estar classificado, mas aqui exige vitória o tempo todo.”

Outro tema abordado foi o retorno de Memphis Depay, que segue em recuperação física. Gustavo elogiou o comportamento do atacante holandês no dia a dia e ressaltou a importância do camisa 10 para o elenco.

“Ele demonstra vontade, é um cara super tranquilo no dia a dia. A gente sabe da importância dele. É um jogador totalmente diferente, um cara que dentro e fora de campo faz a diferença. Espero que ele se recupere bem, porque sabemos que precisamos de um elenco muito forte para continuar evoluindo nas competições.”

O zagueiro também comentou sobre o perfil intenso de Fernando Diniz e a forma como o elenco encara as cobranças do treinador, especialmente após a discussão entre o técnico e Gabriel Paulista durante a partida.

“É até engraçado, né? A gente tenta acalmar ali. Como você falou, eu tento evitar ao máximo atrito, mas, se tiver, faz parte do futebol. São duas pessoas de personalidade muito parecidas, explosivas, e acho que isso faz parte do futebol. Quando a gente conversa, sabe que não é por mal, é para melhorar a nossa equipe. Nós jogadores temos que entender isso, entender que é o jeito dele, uma cobrança que faz a gente melhorar dentro de campo. Eu acho válido, e estou ali para acalmar se precisar.”

Por fim, Gustavo Henrique falou sobre o filho, que agora passa a integrar as categorias de base do Corinthians. O defensor pediu que as pessoas saibam separar sua trajetória da caminhada do garoto dentro do clube.

“Sentimento muito bom. Eu só espero que as pessoas saibam diferenciar a minha carreira da carreira dele. A minha história é uma, a dele é outra. Ele vai correr atrás dos objetivos dele, dos sonhos dele, e eu espero que isso nunca atrapalhe. Muitas vezes as pessoas falam que está ali só por causa do pai, mas não. É pela qualidade dele e pelo sonho dele. Eu, como pai, fico muito orgulhoso e vou dar todo apoio necessário para ele conquistar esse sonho.”

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