Glorioso 1904
·9 March 2026
João Diogo Manteigas reage à demora de João Pinheiro no Benfica - Porto: "Pareceu uma..."

In partnership with
Yahoo sportsGlorioso 1904
·9 March 2026

João Diogo Manteigas, antigo candidato à presidência do Benfica, reagiu, esta manhã de segunda-feira, à notícia de que o Porto deixou o Estádio da Luz mais de duas horas após o final do Clássico (2-2), devido a uma reunião de João Pinheiro com Lucílio Baptista sobre o trabalho efetuado na partida — sendo recentemente confirmado que não foi essa a razão pela demora.
"Nem todos os árbitros precisam de mentores pós-jogos. Aos árbitros mais novos, até se pode aceitar que faça sentido. Até determinado ponto. Mas para árbitros internacionais, já com experiência de jogos de nível (e risco) elevado, isto mais parece uma consulta de psicologia imediata para dar conforto nos erros e moral para o futuro", começou por escrever, na rede social 'LinkedIn'.
Em consequência, João Diogo Manteigas, apontou: "Em pós-jogos, a pressão que os árbitros sofrem por erros cometidos VS a sua eventual satisfação pessoal pelo trabalho realizado e o escrutínio a que vão ser sujeitos com influência mediática, fazem parte da sua preparação e molda-os para se assumirem como verdadeiros “profissionais”."
Para o advogado, a participação 'exterior' também deve contar: "Falta mais vigilância. Sobretudo, de fora para dentro. Dos Clubes e Sociedades Desportivas. Não só dos membros do Conselho de Arbitragem ou dos diretores técnicos da Federação ou da Liga nomeados para aquele efeito. Todos têm uma palavra para ajudar a definir o sistema (num sentido não pejorativo).
Ao concluir, o antigo candidato à presidência do Benfica foi bastante direto: É necessário que o público em geral - sócios, adeptos, jornalistas, demais interessados - tenham acesso aos relatórios dos observadores dos árbitros, às avaliações que determinam as descidas e subidas de categorias (árbitros e VAR), à justificação para a nomeação em determinados jogos para se apurar a existência de "desvios padrão”, às comunicações “VAR” para detetar em debate, livremente e sem rodeios."









































