Luís Castro muda discurso sobre trabalho fraco e diz o que mais lhe incomoda no time do Grêmio
Resumo do que disse Luís Castro após o empate com o Remo:
Quando um repórter perguntou sobre os muitos cruzamentos e a falta de jogadas pelo chão, respondeu que tem consciência de tudo, que com 64 anos e 30 anos de treinador, não precisa de ninguém lhe dizer-lhe que não tem consciência.
Nunca disse que o seu trabalho era fraco e sim que alguns resultados tem sido fracos. Se for falar de todo processo de reconstrução do Grêmio, com saídas e chegadas, com vários jovens, é outra justificativa. Se for analisar os resultados, acha que eles podem ser melhores.
O que mais lhe incomoda e incomoda a todos os treinadores e não conseguir encontrar o balanço da equipe. Acredita que estabilizaram a equipe na defesa e no ataque, mas as muitas lesões o fizeram trocar demais os jogadores no meio e isso faz a equipe ser instável no meio-campo.
Dessa vez, não jogaram com um volante fincado na frente da área. Colocou dois volantes em linha. Lembrou que conseguiram 9 jogos sem perder jogando com um volante na frente da área, um volante mais defensivo e outro mais meia. Gosta mais desse jeito de jogar.
Quando um jornalista faz um trabalho ruim, só resta a ele trabalhar. Com o treinador é igual, só resta trabalhar. Acha que o Grêmio tem muito futuro. O imediatismo do resultado acontece na sociedade, mas só consegue prometer trabalho pois tudo que consquistou foi com trabalho.
Indicou que vai colocar reservas na Sul-Americana e preservar o time para o Gre-Nal.