Revista Colorada
·3 June 2026
Não apenas Felix Torres e Rochet podem render dinheiro ao Inter por estarem na Copa

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·3 June 2026

A participação de jogadores ligados ao Internacional no ciclo da Copa do Mundo pode render um reforço financeiro importante ao clube nos próximos meses. Mesmo em meio às dificuldades econômicas enfrentadas pelo Colorado, a expectativa é de que a Fifa repasse uma quantia significativa por meio do Programa de Benefícios para Clubes, mecanismo criado para recompensar equipes que cederam atletas às seleções nacionais.
No elenco atual, dois jogadores representam o Inter no Mundial: o uruguaio Sergio Rochet e o equatoriano Félix Torres. As convocações da dupla já asseguram ao clube uma fatia da verba que será distribuída pela entidade. Porém, segundo informações do repórter Eduardo Gabardo, da Rádio Gaúcha.
Mas o aspecto mais interessante para os cofres colorados envolve um jogador que nem sequer está mais no Beira-Rio. Enner Valencia, que deixou o Internacional recentemente, segue contribuindo para que o clube tenha direito a uma compensação financeira. Isso porque o atacante participou das Eliminatórias Sul-Americanas defendendo a seleção do Equador durante o período em que ainda possuía vínculo com o Colorado.
A Fifa optou por incluir no cálculo da premiação todo o ciclo mundialista, e não apenas a fase final da Copa do Mundo. Dessa forma, os clubes serão remunerados também pelo período em que seus atletas estiveram à disposição das seleções durante as Eliminatórias. Com isso, o Inter continuará sendo beneficiado pelas convocações de Valencia realizadas enquanto o atacante atuava pelo clube.
O mesmo critério será aplicado a diversos atletas (Carbonero, Borré, Enner Valencia e Alan Benítez no caso do Inter) que passaram por clubes brasileiros ao longo dos últimos anos. A intenção da entidade é ampliar o alcance do programa e contemplar equipes que colaboraram com as seleções nacionais durante toda a trajetória rumo ao Mundial.
Para esta edição da Copa do Mundo, a Fifa separou cerca de R$ 1,8 bilhão para dividir entre os clubes participantes do programa. O valor servirá como compensação pelo período em que as equipes ficaram sem utilizar jogadores convocados, mesmo mantendo os compromissos financeiros relacionados aos seus contratos.Apesar da previsão inicial apontar para cifras que poderiam ultrapassar R$ 1,5 milhão por atleta, o montante exato ainda permanece indefinido.







































