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JB Filho Repórter

·12 January 2026

Os detalhes sobre a bronca e o constrangimento que o empresário do Palacios causou no Inter

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  • O Internacional teve contas bancárias bloqueadas pela Justiça do Rio Grande do Sul em razão de uma dívida com o empresário Pablo Alain Lecler Fluxa, que move uma ação contra o clube cobrando valores referentes à comissão pela contratação do meio-campista Carlos Palacios, hoje no Boca Juniors.
  • Segundo a ESPN, o clube havia acertado com o agente uma comissão de US$ 154 mil (aproximadamente R$ 1 milhão) na negociação do atleta em 2021, mas não cumpriu o pagamento integral, gerando uma dívida que ultrapassa os R$ 700 mil, e, somando juros e honorários, se aproxima dos R$ 800 mil.
  • O Inter informou à Justiça que já negocia com as partes para resolver a pendência e aguarda o fim do recesso do Judiciário, em 20 de janeiro, para tentar reverter o bloqueio. Na defesa, o clube sustenta que o contrato apresentado pelo empresário é nulo e que há excesso na cobrança, pedidos que até o momento não suspenderam a determinação judicial. O Internacional também declarou enfrentar “situação de absoluta dificuldade financeira”.

Oferta de bens rejeitada e “invertida” da Justiça ao clube

  • Em outro desdobramento do processo, o Internacional teve uma tentativa de garantir o pagamento rejeitada pela Justiça, descrita pela juíza da 18ª Vara Cível de Porto Alegre como “beira à jocosidade”.
  • O clube ofereceu como garantia uma máquina de iluminação para crescimento de grama natural (modelo MU360), fabricada pela empresa holandesa SGL System, argumentando que o equipamento teria valor suficiente para cobrir o débito. A juíza considerou a oferta inadequada, destacando tratar-se de um bem de baixa liquidez e de difícil avaliação.
  • O empresário também rejeitou o equipamento, alegando a ausência de liquidez efetiva e dificuldades logísticas para sua venda.
  • Após a rejeição do equipamento, o Inter chegou a oferecer como garantia o Centro de Treinamento Parque Gigante, em Porto Alegre, mas, ainda assim, judicialmente foram penhorados R$ 239.843,97 de contas do clube em diversos bancos.
  • O caso continua em análise, com o clube tentando medidas junto ao Judiciário e negociações entre as partes até o retorno das atividades judiciais no fim de janeiro.
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