Revista Colorada
·9 June 2026
Pedro Ernesto dá sugestão de nome ideal para comandar o Inter

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·9 June 2026

Durante uma edição do programa “Sala de Redação”, da Rádio Gaúcha, o jornalista e narrador Pedro Ernesto Denardin apresentou uma proposta que chamou a atenção dos demais participantes da bancada. O comunicador defendeu a possibilidade de Abel Braga disputar a presidência do Internacional nas eleições previstas para o fim do ano, argumentando que a presença do ídolo poderia contribuir para reduzir as divisões políticas existentes no clube.
Figura histórica do Colorado, Abel teve sua identificação com o Inter fortalecida ainda mais recentemente. Após retornar ao Beira-Rio nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro de 2025, participou do processo que garantiu a permanência da equipe na Série A. Pouco depois, assumiu o cargo de diretor técnico e passou a atuar ao lado do executivo Fabinho Soldado e do treinador Paulo Pezzolano na condução do departamento de futebol.
A manifestação de Pedro Ernesto ocorreu pouco tempo depois de uma entrevista em que o ex-presidente colorado Fernando Carvalho defendeu a construção de uma candidatura de consenso para o próximo pleito. Na ocasião, FC propôs que uma chapa unificada poderia amenizar o ambiente de tensão e as divergências internas que marcaram os bastidores do clube nos últimos anos. Apesar disso, ele não apontou nenhum nome específico para liderar esse eventual projeto.
“Eu vi na internet esses dias uma entrevista do Fernando Carvalho dizendo que a situação do Inter é terrível, que o Inter pode pedir recuperação judicial e mais: que a gestão precisa ser unida. Todos, mesmo. Sabe quem é o único candidato que teria toda a união? Abel Braga. Bota ele para presidente e todo mundo apoia. Chega dessas brigas aí”.
“Eu sempre defendi e acho que foi um dos fatores do nosso sucesso na época. Pacificação e inclusão, era o que pregávamos. É difícil, pois tem opiniões diversas, mas tu tem que conviver. Eu falei para o presidente Alessandro que este momento é de trégua.”
“Se conseguíssemos escolher um nome e deixar a disputa para daqui a três anos, seria ideal para o clube. Ninguém vai ter uma varinha mágica que vai resolver tudo imediatamente. E construir com diálogo é mais fácil do que com briga. Eu defendo que um candidato seja aclamado no final do ano e que a coisa seja levada adiante com trégua.”
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