Recurso é “totalmente improcedente”, e Mourinho fica fora do banco | OneFootball

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·16 March 2026

Recurso é “totalmente improcedente”, e Mourinho fica fora do banco

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O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol considerou “totalmente improcedente” o recurso hierárquico impróprio apresentado por José Mourinho contra os castigos aplicados após o clássico. Com esta decisão, o treinador, que já cumpriu um jogo de suspensão em Arouca, não poderá estar no banco de suplentes no encontro entre Benfica e Vitória de Guimarães, sábado, no Estádio da Luz.

Antes desta deliberação, o CD já tinha recusado acolher os primeiros argumentos do Benfica, que pediu efeito suspensivo dos castigos no recurso apresentado. No despacho, o órgão disciplinar explicou que os recursos para o Pleno de decisões proferidas em processo sumário, baseadas em relatórios de árbitro ou de delegado, nunca suspendem a eficácia dos castigos. O CD justificou que esta solução regulamentar existe para garantir que as consequências disciplinares de infrações percecionadas em campo pela equipa de arbitragem, ou pelo delegado, são executadas de imediato, no jogo seguinte.


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Após tomar conhecimento da recusa do efeito suspensivo, o Benfica informou que ninguém da equipa principal estaria disponível para falar em Arouca. O clube classificou a medida como uma “manifestação coletiva de solidariedade e de indignação” e considerou a decisão “manifestamente injusta, desproporcionada e persecutória”, retomando posição expressa em comunicado anterior.

O caso mantém-se como tema forte fora das quatro linhas, com impacto direto na liderança técnica do Benfica para o jogo na Luz e com a disciplina a voltar a dominar a agenda.

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