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·22 July 2026
Reforços acanhados e as figuras do costume: os destaques, reforços e jovens do SC Braga

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·22 July 2026

O SC Braga arrancou, esta quarta-feira, a temporada oficial, com a 1ª mão da 2ª pré-eliminatória da UEFA Conference League. Esta foi, por isso, uma das primeiras oportunidades que público, adeptos e comunicação social - além do jogo com o Celta de Vigo (2-2) - de ver a equipa e as suas caras novas.
Frente aos sérvios do Zeleznicar Pancevo (0-1), os Gverreiros tiveram uma exibição longe de deslumbrante e mostraram que há trabalho a fazer nas próximas semanas. Houve três reforços a atuar, um jovem - mais experiente - a jogar e as figuras a salvar.
Ao fim destes segundos 90 minutos públicos da nova temporada, o zerozero analisa os principais destaques minhotos, deixando também um olhar detalhado sobre as exibições dos reforços e dos mais jovens.
Pau Victor: foi o elemento ofensivo mais diferenciado de toda a equipa. Associativo, como é seu apanágio, foi apostando em deambulações para a direita e ataques à profundidade desse lado, mas pareceu pouco apoiado, especialmente quando tentava procurar o jogo interior.
Lukas Hornicek: a maioria do jogo foi relativamente tranquila, mas, tal como os grandes guarda-redes, apareceu quando tinha de o fazer. A ponta final de jogo foi complicada para os bracarenses, com os sérvios perto do golo algumas vezes, mas o checo brilhou.
Ricardo Horta: não foi o jogo mais deslumbrante do capitão, que se perdeu como figura central do ataque e com um trio menos dinâmico do que o habitual. Contudo, foi decisivo e trouxe sempre alguma tranquilidade com bola.
Sergio Barcia: foi o único reforço a começar de início. Defensivamente, foi coeso, bem posicionado e foi ganhando os vários duelos aéreos, posicionando-se na direita do trio de centrais. Com bola, foi muito pouco atrevido, com um raio de ação de passe que ia variando constantemente entre o ala e o central mais próximo.
Denis Huseinbasic: entrou tarde (82') e numa fase em que a equipa queria mais segurança no miolo e mais agressividade nos duelos. Não falhou e ajudou Tiknaz, mas teve pouco tempo para mostrar algo mais diferenciado.
Gabriel Silva: entrou ao intervalo e trouxe um dinamismo ligeiramente mais diferenciado do que Gabri Martínez na 1ª parte. Foi tentando acelerar na esquerda, mas nem sempre com a melhor tomada de decisões a nível de timings. Tem o potencial de ser útil, mas ainda está longe do melhor associativismo com os colegas.
Diego Rodrigues: é um daqueles jovens já bem experientes nesta formação do SC Braga. Mereceu a titularidade e não falhou, mas foi algo prejudicado por certa incerteza tática da equipa - andou um pouco ao sabor das necessidades da equipa, ora fechando a ala esquerda, ora apoiando no miolo. Foi dos elementos mais perigosos.







































