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·23 April 2026
Roger Machado sente pressão da torcida, recebe apoio no vestiário e diretoria mantém respaldo no São Paulo

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São Paulo, 22 de abril de 2026 – A pressão no São Paulo FC ganhou novo capítulo após o duelo contra o Juventude. Segundo relatos divulgados pela ESPN, o técnico Roger Machado “sentiu demais” as manifestações da torcida durante a partida, mas recebeu apoio dos jogadores no vestiário, em um gesto de união em meio ao clima de instabilidade no clube.
A insatisfação das arquibancadas ficou evidente ao longo do jogo. De acordo com o relato, o treinador percebeu a impaciência da torcida a cada erro da equipe, num ambiente de forte cobrança sobre desempenho, postura e resultados. Esse cenário reforça a tensão que já vinha crescendo nos bastidores do clube nas últimas semanas.
Um dos atletas que esteve em campo afirmou que era possível sentir a reação vinda da arquibancada em cada lance equivocado, o que mostra o grau de desconforto vivido pelo elenco neste momento. A equipe entrou em campo ciente da pressão, mas sem conseguir transformar o apoio em resposta dentro de jogo.
Apesar do ambiente pesado, os jogadores abraçaram o treinador após a partida e manifestaram apoio interno ao trabalho de Roger Machado. O gesto foi interpretado como tentativa de blindagem ao comandante num momento em que a cobrança externa cresce e a confiança nas arquibancadas fica mais frágil.
Internamente, a avaliação é de que o grupo tenta preservar a união, mesmo com o barulho fora de campo. Esse tipo de reação costuma ser visto como sinal de que o elenco ainda sustenta o discurso do treinador, ao menos no curto prazo.
Mesmo sob pressão da torcida, Rui Costa e Roger Machado seguem prestigiados pela diretoria, segundo a informação divulgada pela ESPN. Um dirigente ainda ironizou as críticas ao questionar: “Quais foram os gols que eles perderam?”, numa resposta que evidencia o tom de desconforto entre parte da cúpula e as cobranças externas.
A fala reforça que, por enquanto, não há movimento interno para mudanças imediatas na comissão técnica ou no departamento de futebol. O clube tenta sustentar a linha de trabalho em meio ao ambiente quente, mas a relação com a torcida segue em desgaste.
A leitura interna é clara: o São Paulo vive um momento em que a paciência da torcida acabou, e a cobrança passou a ser muito mais dura em função dos resultados e do contexto recente. Do outro lado, a diretoria entende que o trabalho ainda precisa de tempo e rejeita a ideia de uma ruptura imediata.
No fim, a pergunta que fica é se a resposta do time em campo será suficiente para reduzir a pressão ou se a distância entre arquibancada e bastidores vai aumentar ainda mais.
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