Zerozero
·18 April 2026
Rui Borges e renovação: «Não preciso de voto de confiança nenhum»

In partnership with
Yahoo sportsZerozero
·18 April 2026

Rui Borges, timoneiro do Sporting, prestou declarações na conferência de imprensa de antevisão ao dérbi lisboeta frente ao Benfica, num jogo a contar para a 30.ª jornada da Liga Portugal Betclic.
Sobre a renovação: «Não preciso de voto de confiança nenhum. Não é um contrato assinado que me deixa motivado, mas sim o dia a dia na Academia. A energia que se vive lá define bem o nosso trabalho. As coisas acontecerão quando tiverem de acontecer. Não estou focado nisso, passa-me um pouco ao lado. Sinto a confiança de toda a estrutura desde o primeiro dia. Isso satisfaz-me e deixa-me orgulhoso. Tenho contrato até 2027...»
Lesões: «O Fresneda e o João Simões estão em dúvida para o jogo de amanhã. O Nuno Santos está fora. O Luís Guilherme e o Ioannidis estão a trabalhar no campo, mas não sei quando poderão voltar.»
Sobre o poderio ofensivo do Sporting: «Hoje li no jornal que o Sporting tem o melhor ataque. É importante que quem joga contra nós tenha isso em conta. É algo que nos define enquanto equipa. Em termos defensivos, também temos de ter a mesma intensidade e vontade para continuar a ser uma das melhores defesas. Somos uma equipa bastante equilibrada, mas podemos sempre melhorar - por exemplo, nos momentos de bola parada, onde o Benfica também é muito forte.»
Sobre as declarações de Mourinho sobre Hjulmand: «Quero acreditar que isso não vai condicionar. Todos temos direito a dizer o que queremos. Vamos ter um grande árbitro em campo - estar no Mundial demonstra isso. Espero que esteja a um bom nível e que seja um grande espetáculo.»
Mudanças no meio-campo do Sporting: «Acima de tudo, temos de ser iguais a nós mesmos. Não mudamos a nossa ideia de jogo. Não me foco na individualidade dos jogadores adversários. Acima disso está a nossa ideia e a forma como interpretamos o jogo à nossa maneira. Podemos ajustar uma nuance ou outra, mas sem mudar os nossos princípios.»
Sobre o peso de uma possível derrota: «Não penso na derrota, penso em ganhar. Fica mais difícil, mas continua a ser possível.»









































