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·10 July 2026

Técnico da Noruega espera ter menos a posse de bola contra a Inglaterra

Article image:Técnico da Noruega espera ter menos a posse de bola contra a Inglaterra

O controle da posse de bola em cima do Brasil chamou a atenção na classificação da Noruega às quartas de final da Copa do Mundo de 2026. Contudo, o técnico Stale Solbakken não acredita que sua seleção repetirá a dose diante da Inglaterra no próximo sábado (11), às 18h (de Brasília), em jogo que vale vaga na semifinal.


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No triunfo sobre os brasileiros por 2 a 1, a seleção da Escandinávia trocou 683 passes e teve a bola por 60% do jogo. Agora, diante dos britânicos, o treinador espera uma disputa maior do controle da partida.

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Solbakken jogou a Copa de 1998 pela Noruega – Foto: Elsa/Getty Images

“Não, não espero a mesma (posse). Mas espero que haja um pequeno jogo dentro do jogo para ter a bola. Especialmente se o tempo estiver como está agora. E talvez fique ainda um pouco mais quente. Porque correr atrás da bola o tempo todo nessas condições é muito, muito cansativo. Inclusive quando você finalmente a recupera. Então, acho que ambas as equipes precisam ser capazes de manter a bola. Caso contrário, será um jogo muito, muito longo”, afirmou.

Noruega faz sua melhor campanha na história das Copas

Solbakken defendeu a Noruega na Copa do Mundo de 1998. Três anos depois, sofreu uma parada cardíaca em um treino do FC Copenhagen. Na época com 33 anos, teve que pendurar as chuteiras por conta do problema no coração. Agora, comanda a seleção nórdica na melhor campanha da história da seleção em Mundiais.

” O que eu gostaria de ver é uma seleção da Noruega que jogue de acordo com as suas forças, e que sejamos nós mesmos, como fomos durante todo o torneio. Obviamente, quando você enfrenta uma equipe como a Inglaterra, que tem grandes jogadores nas pontas, tem Bellingham, Kane, eles podem marcar de várias posições. Tem uma grande dupla no meio de campo, precisamos competir ali”, disse o comandante, antes de completar:

“Precisamos defender adequadamente, mas o mais importante para mim é que sejamos nós mesmos com a bola e que a gente ouse jogar o jogo e não o ambiente ao redor, e que nos concentremos no campo, e que possamos ser nós mesmos e jogar o nosso estilo de jogo”.

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