Portal dos Dragões
·19 March 2026
Treinador do Estugarda não quer ouvir falar de pressão: “O FC Porto até pode ter mais a perder com esta vantagem curta”

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Sebastian Hoeness antecipou a segunda mão dos oitavos-de-final da Liga Europa frente ao FC Porto e destacou que o êxito não se alcança apenas com futebol vistoso. Mesmo após a derrota na primeira mão, na Alemanha, o técnico do Estugarda considera que a sua equipa tem capacidade para eliminar os dragões.
«O Jovanovic está lesionado há já uns meses, o Vagnoman voltou e o Leweling está apto. Vamos ver se pode jogar amanhã. Vagnoman? Está capaz de jogar… Se não houver risco, pode entrar de início. Está bem fisicamente e se os médicos disserem que está tudo bem, poderá jogar de início, eventualmente.»
«A parte da motivação ainda vem aí, mas o simples facto de podermos passar é motivação que chegue. Mas ainda temos muito presente o jogo em casa – foi quentinho – e vai haver motivação de sobra. Eu sei que a equipa consegue jogar um futebol mais feio para ganhar, não é preciso recuar muito. Não é possível ter muito sucesso em três anos se só soubermos jogar bonito. É preciso saber jogar todos os tipos de futebol. Trabalhar a parte da motivação, estar sempre no limite… Tenho a certeza de que vamos estar motivados.»
«Não é um jogo como qualquer outro… Podemos chegar aos quartos de final. É possível conseguir algo histórico chegando aos quartos de final. Seria muito especial para o clube. Estamos tranquilos, vamos treinar aqui [no Dragão], o que ainda vai aumentar esta vontade, este desejo que temos. Não é um jogo igual aos outros.»
«O resultado foi bom para o FC Porto, mas é um golo de diferença e os golos fora não contam como antes… Basta marcarmos um golo e vamos a prolongamento. É um jogo que vai ser jogado no limite. Vimos como foi renhido em casa. O FC Porto até pode ter mais a perder com esta posição, mas amanhã é que vamos ver como isto corre. Podem ser 90, 120 minutos… Logo vemos.»
«Sabemos que temos uma tarefa dura pela frente. O FC Porto está a fazer uma temporada incrível, ganhou este último jogo na Liga portuguesa e agora não é muito importante olhar para o passado. Não precisamos de marcar aos 10 minutos, mas também podemos, é importante criar uma dinâmica desde cedo. É importante ter um jogo emotivo, mas estável, com pés e cabeça. Depois, o jogo desenvolve-se e é preciso ver como é que as coisas acontecem. É preciso liberdade, emoção e temos que fazer mais um golo do que o adversário para garantir o apuramento.»
«Nunca me meti nesses temas, não interfiro nas convocatórias e não vou começar agora. Mas ficou por demais claro que o Deniz Undav fez um grande jogo em Leipzig. Não penso que se trate só de ser convocado para a seleção. Joga assim porque faz parte da natureza dele. É muito importante para a seleção que ele marque golos decisivos. Um jogador que faz 16 golos numa temporada é bom… É preciso ver isto sob um prisma positivo.»
«Nós falámos entre nós sobre isso. Penso que ainda não saiu a última palavra sobre o tema. É preciso esperar. É pena, independentemente dos próximos passos. Não se elimina assim uma equipa vencedora, é indigno para a competição, mas é isso que posso dizer neste momento. Vi a final em direto e nunca tinha visto nada assim. Agora esta decisão… É bizarra.»
«Não vou falar muito sobre isso… Vou guardar o segredo para amanhã, mas podem perguntar ao jogador. O Max não jogou estes dois jogos, o que é pouco comum e demonstra bem o seu valor. Os nossos jogadores estão todos em boa forma, daí as decisões que tenho tomado. O Max quer jogar, claro, mas também está muito concentrado, aceitou bem a decisão e está bem no balneário… Para mim, tem estado sempre a um nível elevadíssimo. Continua a ser muito importante para nós.»
«Como em tudo na vida, é preciso ter equilíbrio. É importante retirar as más ocorrências de há uma semana da cabeça e começar do zero. É preciso ter cabeça fria para podermos tomar boas decisões. Há jogadores que já estiveram em muitas partidas importantes. Estou bem, não sinto muita pressão. Sinto alguma antecipação, mas o resto vem tudo na altura do jogo. Pouco mudou desde a semana passada. Queremos jogar estes jogos, é um desafio que temos pela frente. Está aqui uma grande oportunidade. Temos vindo a crescer nos últimos anos e sabemos que, em conjunto, podemos fazer coisas incríveis.»
«Não houve muito tempo entre jogos para treinar e ambas as equipas não devem mudar muito o estilo de jogo no geral. Pode mudar alguma coisa, mas nada de especial. O mais importante é a componente mental do jogo, que será relevante.»
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