Trubin revela o que lhe dizem os adeptos do Benfica quando o veem na rua: "É um pouco estranho" | OneFootball

Trubin revela o que lhe dizem os adeptos do Benfica quando o veem na rua: "É um pouco estranho" | OneFootball

In partnership with

Yahoo sports
Icon: Glorioso 1904

Glorioso 1904

·11 February 2026

Trubin revela o que lhe dizem os adeptos do Benfica quando o veem na rua: "É um pouco estranho"

Article image:Trubin revela o que lhe dizem os adeptos do Benfica quando o veem na rua: "É um pouco estranho"

Anatoliy Trubin falou sobre o golo frente ao Real Madrid que ditou a qualificação do Benfica para os playoffs da Champions League. O guarda-redes do emblema encarnado não escondeu a emoção ao recordar o momento e revela que os adeptos recordam constantemente o cabeceamento certeiro.

"Foi um sentimento incrível e um momento especial porque foi algo que nunca tinha feito antes. Vai permanecer sempre na minha memória", começou por dizer, em entrevista à 'BBC'. Questionado sobre as mudanças provocadas por aquele momento em que virou herói, o guardião ucraniano relatou algumas abordagens de que passou a ser alvo.


OneFootball Videos


A. Trubin: "Não deixa de ser um pouco estranho, porque uma pessoa trabalha arduamente para defender a baliza, mas aquilo que todos vão recordar é que eu marquei um golo"

"Na verdade, nada mudou na minha vida, a não ser as pessoas na rua dizerem-me que marquei um bom golo. E não deixa de ser um pouco estranho, porque uma pessoa trabalha arduamente para defender a baliza, mas aquilo que todos vão recordar é que eu marquei um golo", relatou.

Trubin confessou que também os colegas continuam a lembrá-lo do momento: "Têm-me dito 'vamos lá marcar o segundo'", disse, falando em José Mourinho: "Ele não me disse nada. Foi um jogo que deixou toda a gente tão feliz, ele só olhou para mim, apertou-me a mão e meteu as mãos à cabeça", resumiu.

A. Trubin: "A guerra afetou-me muito"

A invasão da Rússia à Ucrânia também foi tema: "A guerra afetou-me muito. Já saí da Ucrânia há quatro anos e apenas a minha família pode vir ter comigo. É difícil não os ver, não poder voltar à minha casa em Kiev e nem sequer me consigo lembrar da última vez que estive em Donetsk. É muito difícil para mim, porque gosto mesmo muito da Ucrânia, de todas as cidades. Passei momentos muito especiais lá e guardo bonitas memórias de lá com a minha mulher e também da minha carreira. É triste não poder voltar lá", lamentou.

View publisher imprint